5 de novembro é uma data marcante na cultura pop. Foi nessa data em “De Volta Para o Futuro”, que Marty McFly chega a 1955. Esse foi o dia em o Dr Brown inventava a viagem no tempo. Quando estava em cima da privada de sua casa pendurando um relógio, ele bateu com a cabeça na pia. Quando acordou, surgiu na sua cabeça a imagem do capacitor de fluxo. Emmett passou 30 anos estudando como fazer o dispositivo e o completou em 1985. Foi ao digitar a data nos circuitos do tempo do DeLorean, enquanto demonstrava sua invenção, que ele acidentalmente mandou Marty para o passado.

Nunca pudemos ver como funcionava de fato o capacitor de fluxo. Quando Dr. Brown vai explicar ele é convenientemente interrompido pelo Delorean rompendo a barreira do tempo. Seria muito complicado explicar tudo, tomaria tempo e quebraria o ritmo da trama. Mas ao longo dos anos os fãs não pararam de especular e pesquisar sobre a ciência da engenhoca.

Basicamente, o capacitor de fluxo tem por objetivo desmaterializar a matéria quântica (de acordo com a teoria de relatividade de Einstein, do m c ao quadrado) funcionando como um teletransportador. Duas particular de energia e uma de matéria criam um fluxo temporal. Quando gera uma faísca com uma fonte de voltagem contínua, a luz produzida ali se canaliza à energia e faz um fluxo constante desencadeando um rodamoinho elétrico em volta de uma espiral em cobre – um flyback para criar as faíscas – como uma chuva a ser atravessada, criando um portal ou túnel, em pouco tempo, para a dimensão escolhida, sendo daqui a outro lugar agora ou no futuro ou passado.

Com o capacitor conectado aos circuitos de tempo e energizado com 1,21 gigawatts, ao chegar a 140 Km/h, ele rompe a barreira do tempo. Para gerar essa energia Doc usa plutônio. Mas, com o Mr. Fusion é possível converter qualquer material em energia.

Em 2010 um fã fez esse infográfico que pode nos ajudar a entender:

Claro que, no fim das contas, é apenas ficção e fantasia. Não há nenhuma prova de que isso funcione. Mas cientificamente tem lógica.