Esdras Nogueira, ex-integrante da banda Móveis Coloniais de Acaju, está divulgando seu novo disco. “Nabarriguda” é o segundo trabalho solo do saxofonista e vem com influências da música do Norte do Brasil. Esdras se apresenta em Brasília no próximo dia 10. Fizemos quatro perguntas ao artista. Confira abaixo:

1- Como surgiu a banda logos após o recesso do Móveis Coloniais de Acaju?

Eu já tinha um disco quando o Móveis Coloniais de Acaju acabou, foi uma continuidade natural fazer esse trabalho solo.

2 – Como as melodias são feitas dentro da banda? Como é o processo de composição?

Geralmente eu penso as músicas e as melodias e a gente leva pro ensaio e arranja junto.

3 – Há um incrível variedade de ritmos como o carimbó, latino. Mas a estrutura melódica reúne outras células como o samba, MPB. Como foi trabalhar esta costura de influências num som bem orgânico?

Pra mim é natural, eu gosto muito de música brasileira, minha escola é o choro, viajei muitas vezes a Belém e me apaixonei pelo norte do Brasil, minha família é nordestina, então escutar Dominguinhos, Quinteto violado, Elba Ramalho, Luís Gonzaga sempre foi uma coisa natural. Colocar isso no som, com toda essa bagagem somada à história e o aprendizado com o Móveis é a cara do meu trabalho..

4 – Como está a divulgação do álbum? Tem agenda de shows?

Estamos indo bem, é o meu terceiro disco e estamos aprendendo a fazer melhor, o próximo show é dia 10/11 em Brasília.