Festival MADA anuncia Teto Preto, Baco Exu do Blues, Luedji Luna e Djonga

Ambrosia Agenda Festival MADA anuncia Teto Preto, Baco Exu do Blues, Luedji Luna e Djonga

O Festival MADA (Música Alimento da Alma) completa 21 anos com a edição 2019, a ser realizada nos dias 18 e 19 de outubro no estádio Arena das Dunas, em Natal (RN). Para esta edição a produção do festival confirma também Teto Preto, Baco Exu do Blues, Luedji Luna e Djonga, além de Baiana System, MC Tha, Flora Matos, Natiruts e Luiza Lian que já haviam sido confirmados anteriormente.

Mais informações:

O hip hop contemporâneo e MPB são alguns destaques a partir de artistas que estão renovando esses gêneros. É o caso da banda Teto Preto, um dos destaques da cena paulistana, que o festival anuncia hoje, como mais uma atração, que vai se apresentar dia 18. O grupo, liderado pela artista Laura Díaz, traz um repertório autoral de colagens, canções e pós-canções e instaura uma atmosfera fortemente feminina, emocionada, emocionante. O corpo político é desmantelado e transfigurado em fluídos, sensações e imagens. Um acordo comum quanto ao elemento espontâneo do risco. O vocal arde, tecido a mil fios elétricos armados. Processado em tempos reais, o corpo se estende aos (d)efeitos. A percussão traz os timbres da conga sincopada, da cuíca e o sopro do trombone distorcido. A bateria, os sinths e o bassline, de Zopelar e Sávio, estabelecem uma pulsação melódico-harmônica incansável impregnada pelo krautrock, no wave, industrial, noise, acid e experimental. O resultado dessa mistura não tem gênero. É um eletrônico antropofagizado e devolvido na pista como ritual coletivo performático.

A 21a edição promete superar a histórica festa dos 20 anos, quando o público experimentou uma estrutura com três palcos, que permitiu ver grandes performances musicais, como a dos escoceses Franz Ferdinand.

A programação terá ao todo cerca de 30 atrações, incluindo, o after oficial do festival com programação de música eletrônica, um resgate da tenda à época em que o MADA era realizado na beira-mar da Costeira, por onde já passaram diversos artistas da cena eletrônica brasileira/internacional e da música experimental. O público poderá voltar à ‘tenda’ 2019 que vai apresentar as atrações potiguares, Clube Underground do House e Tisck, nos dois dias, entre 0h até às 5h da manhã. O festival ainda contará com Feira Mix, praça de alimentação e área de convivência ampliada.

SERVIÇO

Festival MADA – 21 anos
Local | Estádio Arena das Dunas – Lagoa Nova, Natal – RN
Data | 18 e 19 de outubro
Horário | a partir das 17h
Ingressos |

3º Lote:

Pista Meia (Sexta) – R$ 60,00 (lote 3)
Pista Meia (Sábado) – R$ 70,00 (lote 3)
Pista Temporada Meia (Sexta e Sábado) – R$ 110,00 (lote 3)

Pista Ingresso Social * (Sexta) – R$ 70,00 + 1kg Alimento (lote 3)
Pista Ingresso Social * (Sábado) – R$ 70,00 + 1kg Alimento (lote 3)
Pista Temporada Social * ( Sexta e Sábado) – 120,00 + 1kg de alimento/dia (lote 3)

Pista Inteira (Sexta) – R$ 120,00 (lote 3)
Pista Inteira (Sábado) – R$ 120,00 (lote 3)
Pista Temporada Inteira (sexta e Sábado) – R$ 220,00 (lote 3)

Rockstage meia (Sexta) – R$ 90,00 (lote 3)
Rockstage meia (Sábado) R$ 90,00 (lote 3)
Rockstage Temporada Meia (Sexta e Sábado) – R$ 160,00 (lote 3)

Rockstage inteira (Sexta) – R$ 180,00 (lote 3)
Rockstage inteira (Sábado) – R$ 180,00 (lote 3)
Rockstage Temporada Inteira (Sexta e Sábado) – R$ 320,00 (lote 3)

*Ingresso Social —> quem não é estudante ou não está em nenhum grupo com direito a meia entrada e está longe dos 60 anos , terão um desconto também para participarem do MADA 2018, basta levar 1 kg de alimento não perecível no dia do evento. As doações serão direcionadas a instituições da cidade de Natal, que atendem crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais.

Sobre o MADA

A estreia do MADA aconteceu em 1998, época de grande efervescência do movimento indie no Brasil, quando a cena alternativa se abastecia de artistas e bandas criativas, inventivas, ousadas. Ambiente propício para um festival que proporcionava visibilidade à nova contracultura brasileira. Idealizado pelo engenheiro civil e produtor musical, Jomardo Jomas Azevedo, o festival alavancou o histórico bairro da Ribeira e integrou o primeiro calendário brasileiro de festivais, ao lado de Abril pro Rock, Porão do Rock, Goiânia Noise e outros tantos eventos pioneiros.

A produção, sempre caprichada, privilegia a música contemporânea e de vanguarda, inserindo o pop consistente e criativo em seus diversos sotaques, identidades e estilos. Esse equilíbrio fez do MADA o evento musical indie pop de maior público do Rio Grande do Norte e um dos maiores do Brasil. Os palcos lados a lado, idênticos, são exemplo de respeito aos artistas e se equipara às normas de políticas públicas para a cultura — que é oferecer as melhores condições para o artista, independente do seu alcance midiático.

Além disso, o MADA não só é exemplo de difusão e fomento para músicos e bandas, como também tem um papel importante na formação de plateia crítica e qualificada. Nesse sentido, o MADA é hoje o festival que equilibra shows de grande porte e artistas em ascensão, elegendo atrações inéditas e de trabalho inovador. As atrações pop, por exemplo, sempre trazem um perfil conceitual, não puramente comercial.

Para um estado pequeno no Nordeste brasileiro, o MADA tornou-se referência por ser um festival subsidiado capaz de ancorar essas produções que jamais chegariam lá em um circuito mais comercial. O festival também atua na área do audiovisual com o Festival CURTA NATAL de Cinema e Vídeo e tem o perfil formador com o Mada Faz Escola. Além disso, também inspirou o surgimento de outras ações musicais no Estado e incremento da cena local.

Diferentes lugares já sediaram o festival, como o bairro histórico Ribeira (1998 a 2003), a Arena do Imirá na beira mar da Via Costeira (2004 a 2011), o bairro das Rocas (2012 e 2013) e o Estádio de futebol Arena das Dunas (2014 a 2017). Ao longo de sua trajetória, o MADA realizou shows de mais de 600 bandas e artistas independentes, grandes atrações nacionais e internacionais.

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