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Dos jogos à música, a inteligência artificial vêm para revolucionar o futuro das artes

Se demorou mais de um século para a ciência da computação almejar a inteligência artificial, o futuro próximo promete uma montanha russa com o progresso exponencial que a humanidade está atingindo com novos estudos e a era dos computadores quânticos.

Seja no embate com jogadores de xadrez ou pôquer, na produção de cenários infinitos para os games online ou no desenvolvimento de arte em CGI, as pesquisas com inteligência artificial nestas áreas também servem para ‘treinar’ e ‘aprimorar’ as máquinas para se desenvolverem com sua própria experiência de modo muito semelhante ao aprendizado humano. Para quem busca se aprofundar no assunto, o blog da Betway Cassino publicou uma matéria sobre como pesquisas de IA em pôquer e xadrez se aplicam à realidade.

Muita gente se preocupa com a perda dos empregos para as máquinas, que já capitanearam quase que por conta própria boa parte da produção industrial e tarefas administrativas, mas e quanto ao libre arbítrio? Fator fundamental não somente para criação, quanto na capacidade de tomar decisões não ancoradas em lógica. Quem joga videogame sabe quão enfadonho podem ser limitações dos adversários digitais comandados pela AI? Ou quão monótona pode ser a música gerada intermitentemente por algoritmos de AI que estão disponíveis no Youtube. Ainda há um longo caminho para a tecnologia se reaproximar das artes, visto sua uma origem etimológica comum.

Von Atzingen, diretor do THINKLab da IBM no Brasil, em entrevista publicada no blog da Cassino Betway, destaca “[..] a inteligência artificial mudará o perfil do trabalho “Essa mudança envolve tarefas repetitivas e mecânicas que poderão dar lugar a missões mais complexas, importantes e estratégicas. Haverá uma evolução natural dos postos de trabalho e a IA será uma aliada do ser humano. No campo da medicina, por exemplo. O médico continuará sendo o responsável pelo tratamento, mas terá ao seu lado um assistente que poderá ajudá-lo com processos de diagnóstico digitais e mais precisos. O mesmo ocorrerá na área jurídica. Um assistente baseado em IA poderá estar à disposição para confrontar decisões e ajudar a analisar mais detalhadamente os casos”.

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Além de grandes oportunidades de pesquisa nas mais diversas áreas de estudos humanos, com aplicações práticas que vão desde o aprimoramento dos alimentos ao fornecimentos de recursos básicos, como luz e comunicação, a inteligência artificial poderá servir para facilitar também o desenvolvimento de arte independente. As ferramentas de inteligência artificial estarão presentes em todos estúdios e produtoras de conteúdo, dos games à música como já ressaltamos no título, mas também em cenários como desenvolvimento de frames extras para animadores, para produzir condições climáticas e interações com os gamers até a produção de trilhas sonoras sobrepostas à composição humana.

As possibilidades são realmente infinitas e muitos julgam estamos em um momento de singularidade na trajetória humana, quando enfim poderemos ultrapassar nossas limitações tecnológicas para buscar um futuro utópico que só conhecemos na ficção.

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