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Dez filmes de bruxas para assistir na noite do Dia das Bruxas

A bruxa está solta. Nessa noite de Dia das Bruxas, nós indicamos aqui dez opções de filmes, nem todos necessariamente de terror, ideais para a data.

As Bruxas de Eastwick (1987)

Essa divertidíssima comédia dirigida por George Miller (de Mad Max) traz Cher, Michelle Pfeiffer e Susan Sarandon no papel de três amigas divorciadas se sentindo emocionalmente e sexualmente reprimidas, muito devido aos costumes tradicionais que substituem sua pequena cidade costeira de Eastwick na Nova Inglaterra. Eis que, logo após a lamentação com a ausência de erotismo, surge o misterioso Daryl Van Horne e seu igualmente misterioso mordomo Fidel chegam à cidade.

Apesar de vulgar, bruto, descarado e não particularmente bonito, Daryl, que consegue ser capaz de explorar as emoções mais íntimas das três e seduz uma a uma, é o Tinhoso em pessoa. Por sua vez, as três mulheres florescem emocional e sexualmente e experimentam alguns poderes. Com Jack Nicholson no papel de Daryl, o filme é uma bela metáfora da repressão sexual nos Estados Unidos da década de 80.

O Mágico de Oz (1939)

As aventuras de Dorothy no mundo mágico de Oz tem como catalisador as ações da Bruxa Má do Leste. O trabalho de Margaret Hamilton eternizou a vilã como uma das bruxas mais icônicas da História. Indubitavelmente quando pensamos em uma bruxa, a primeira que vem à mente é essa.

Interessante e que no livro original, escrito por L. Frank Baum, a personagem quase não aparece, além de não ter vassoura e tampouco ter a pele de coloração esverdeada. Outra curiosidade é que Margaret era quase duas décadas mais nova do que Billie Burke, a Bruxa Boa.

A Bruxa (2015)

Sem dúvida um dos filmes mais assustadores de todos os tempos, e consegue isso sem apelar para o grafismo, apenas para a sugestão. A trama se passa na Nova Inglaterra, 1630, quando William e Katherine tentam levar uma vida cristã devota, vivendo à beira de um deserto intransitável, com cinco filhos. Quando o filho recém-nascido desaparece misteriosamente e suas colheitas fracassam, a família começa a se desconfiar que a filha Thomasin possa ser uma bruxa.

Um impressionante trabalho de fotografia e reconstituição de época – o filme, inclusive,  é falado no inglês arcaico da época – e ainda revelou o talento da jovem Anya Taylor-Joy.

A Convenção das Bruxas (1991)

Levante a mão quem, quando criança, não tinha medo das bruxas desse filme.

Baseado no livro homônimo de Roald Dahl, o longa, além de trazer um trabalho de maquiagem impressionante (e assustador) da loja de criaturas de Jim Henson, sugere para as crianças que qualquer mulher pode de fato ser uma bruxa – uma bruxa que está planejando sua morte neste exato momento.

Um menino, recentemente órfão, é levado para a Inglaterra por sua avó. No hotel em que estão hospedados, um grupo de senhoras, que se revelam bruxas de aparência horrenda disfarçadas, reúnem-se em uma convenção para arquitetar uma conspiração para livrar a Inglaterra de todas as crianças. O enxerido é transformado em rato e precisa impedir o plano diabólico. Destaque para Anjelica Huston estrela como a Grã-bruxa. O elenco ainda traz o Mr. Bean Rowan Atkinson.

Abracadabra (1993)

300 anos se passaram desde que as irmãs Sanderson foram executadas por praticar bruxaria negra. Retornando à vida graças a uma combinação de um feitiço lançado antes de sua morte e as ações acidentais de Max, o novo garoto da cidade, as irmãs têm apenas uma noite para garantir sua existência contínua.

Essa produção da Disney era presença constante na Sessão da Tarde da Rede Globo, e sem dúvida uma boa pedida para o Dia das Bruxas.

Jovens Bruxas (1996)

Na onda do terror adolescente da segunda metade dos anos 90, Jovens Bruxas conta a história de uma garota nova no colégio que se junta a três meninas excluídas do ciclo social da escola e muito interessadas no ocultismo.

Com a chegada desse quarto elemento elas descobrem um poder aparentemente imparável, a princípio sendo a solução para todos os problemas, e mais tarde, todavia, acarretando sérias consequências. Com a musa teen do momento Neve Campbell, “The Craft” (no original) é um bom exemplar daquela interessante leva de filmes que se iniciou com “Pânico”, também estrelado por Neve.

A Bruxa de Blair (1999)

Com orçamento de US$ 60 mil e bilheteria de US$ 248 milhões, “A Bruxa de Blair” foi filme mais lucrativo de todos os tempos, até ser superado em 2007 por “Atividade Paranormal”.

A suposta história verdadeira de três estudantes de cinema que desaparecem em uma floresta de Maryland para filmar um documentário sobre a lenda local de Blair Witch, deixando apenas as imagens para trás, foi uma verdadeira sensação há exatos 20 anos. De quebra, desencadeou uma onda de filmes de terror e ficção científica com proposta semelhante.

O Serviço de Entregas da Kiki (1990)

Essa simpática produção dos Estúdios Ghibli é dirigida pelo papa japonês da animação Hayao Miyazaki. O filme é centrado na bruxa de 13 anos, Kiki, que sai de casa com seu gato preto e inicia um negócio de entregas com sua vassoura. Ela chega à cidadezinha de Moreoastal, mas os hotéis locais não aceitam bruxas e a menina tem que lidar com a polícia, que não vê suas travessuras com bons olhos.

Como de praxe nas criações do renomado estúdio, a história serve de fio condutor para um ensaio sobre o amadurecimento e o ensinamento que vem dos desafios propostos pela vida.

Suspiria (1977)

Do mestre do Giallo italiano Dario Argento, “Suspiria” mostra a história de uma americana viaja para a Alemanha para se matricular em uma renomada academia de dança, apenas para descobrir que a escola de balé é uma fachada para um clã sinistro.

É considerado um dos melhores trabalhos de Argento e também o mais ousado esteticamente. Ganhou nesse ano uma (muito) dispensável refilmagem.

Sortilégio de Amor (1958)

Nesse filme dirigido por Richard Quine, temos um hipnotizante Kim Novak no papel de uma sedutora feiticeira novaiorquina que se interessa por seu novo vizinho, Shep Henderson, vivido por James Stewart. Além de ele ser noivo de uma antiga amiga de faculdade, ainda há o impedimento que uma feiticeira venha a se apaixonar. No entanto, ela não se furta a enfeitiçá-lo.

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Publicado por Cesar Monteiro

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