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Porque a EA encerrou parceria com a Fifa?

Porque a EA encerrou parceria com a Fifa? | Games | Revista Ambrosia

A desenvolvedora de jogos, Electronic Arts, anunciou no início deste o fim de uma parceria que já durava cerca de três décadas. A companhia revelou que deixará de produzir jogos de futebol com a marca Fifa, abandonando assim o nome de uma das franquias mais lucrativas e populares do mundo dos jogos. A empresa apontou que o motivo para o rompimento se deu pelo elevado preço da licença cobrada pela entidade máxima do futebol mundial.

Apesar de deixar de lado o nome da franquia mais famosa dos jogos de futebol, a EA continuará a produzir seu game da modalidade, só que a partir de 2023 ele estará sob uma nova marca, o EA Sports FC. Já a Fifa afirmou que também produzirá seus próprios títulos.

Justificativas

Em uma entrevista dada à BBC, o vice-presidente da EA Sports, David Jackson, afirmou que o estúdio avaliou bastante as alternativas e decidiu que era o momento de tomar um rumo diferente e assim construir uma nova marca para o futuro. O executivo ainda ressaltou que o mundo do futebol e do entretenimento estão mudando constantemente, e eles querem implementar essas mudanças em seu produto. “No futuro, nossos jogadores exigirão de nós a capacidade de sermos mais expansivos nessa oferta. No momento, nos envolvemos no jogo como uma forma primária de experiência interativa. Em breve, assistir e criar conteúdo será igualmente importante para torcedores”, disse o executivo.

As alterações tão desejadas pela EA não podiam ser realizadas, já que o acordo de licenciamento que eles assinaram com a Fifa há 10 anos possuíam diversas restrições as quais, do ponto de vista da companhia, impediam a empresa de desenvolver e ofertar novas experiências aos jogadores.

No entanto, boa parte do sucesso da franquia nos últimos anos se deu por conta dos acordos de licenciamento bastante detalhados, que possibilitam uma representação exata do uniforme dos times, rosto dos futebolistas e estádios. Há várias edições do título, que os jogadores podem se divertir com clubes do Brasileirão ou do Campeonato Inglês. Enquanto isso, em jogos concorrentes, como o PES, muitos dos times disponíveis são fictícios, já que nem o nome ou os uniformes foram licenciados pela Konami.

Em seu comunicado, a EA apontou que continuará a disponibilizar uma experiência real de futebol, tendo em seus próximos títulos até 700 times, 19 mil futebolistas, cem arenas e mais de 30 torneios. Incluindo a Liga dos Campeões, Campeonato Alemão, Espanhol e Inglês. Estas competições estão entre as mais amadas, tanto entre os amantes do jogo quanto dos espectadores do futebol, que em geral, além de acompanharem as partidas desses torneios, tendem a realizar palpites nessas competições. Aproveitando principalmente as casas de apostas com bônus de registro, que oferecem esse mimo para os usuários ficarem mais à vontade na hora de realizar os seus pitacos, já que a promoção lhes garante um belo saldo extra.

Com o encerramento da parceria, possivelmente a EA não lançará um game especial para a Copa do Mundo, como ocorreu em 1998 com o Fifa: Road to World Cup 98. Mas, ainda este ano, ocorrerá um lançamento final da companhia ainda com o título antigo, o Fifa 23, que deve chegar em outono, como já é tradicional. Já o EA Sports FC só chegará ao mercado no final do ano que vem.

Novo foco da Electronic Arts 

A partir de agora, a Electronic Arts deve focar em garantir que os atuais amantes da Fifa migrem para o seu o EA Sports FC, mantendo ainda as diversas parcerias de licenciamento que a desenvolvedora possui, já que esses acordos são uma das partes essenciais para o sucesso da companhia. Enquanto isso, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou em um comunicado: “Posso garantir que o único jogo autêntico e real que tem o nome Fifa será o melhor disponível para jogadores e torcedores de futebol”.

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