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Rock alternativo e swing carioca inspiram terceiro disco da SereS: “baratas e vinis”

Pixies e Jorge Ben pouco tem a ver em termos de sonoridade. Mas e se houvesse uma mistura perfeita entre o rock alternativo recheado de noise ao swing carioca, que é pop mas conta com toda a sutilidade da MPB? É justamente com essa mistura que a banda SereS divulga o álbum baratas e vinis.

O disco, que é o terceiro do catálogo da SereS, foi originalmente lançado em 2014. No entanto, agora é reeditado pelo selo Novevoltz Records e enfim chega às plataformas de streaming. As sessões de gravação ocorreram no Estúdio A Casa, no Rio Comprido, no Rio de Janeiro. Na ocasião, a banda produziu o álbum contando com o suporte de Fernando Fischgold.

Ao todo, 10 canções integram o setlist, que traz a faixa-título baratas e vinis e os singles Salamaleque, 22 e Amigo Reaça, que chegaram a ganhar até videoclipe há alguns anos. Stevie Wonder, Booty, Desaparecida, Fale a coisa certa, Stranger e Manicômio completam o repertório.

O vocalista Zé McGill explica o título do disco. “É um nome inspirado em uma fala do nosso amigo e radialista Maurício Valladares, que sempre dizia que quando o mundo acabar, somente as baratas e os discos de vinil irão sobreviver. E vejo que esse sentimento realmente permeia as canções de alguma forma”.

A SereS está em atividade desde meados de 2001. Além de Zé, a banda é formada por Murillo Pouca Nota (guitarra e violão), Bruno Montana (guitarra) e Chokito (baixo). Durante a gravação do disco baratas e vinis, contou com o suporte dos músicos convidados e de apoio Fernando Oliveira (trompete), Gabriel Fomm (sax), Léo Antunes, (trombone), Mauro Berman (teclado), Daniel Levin (piano) e do engenheiro Matheus Dias.

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