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Ranking de animês na TV japonesa: 8-14/set

Crayon Shin-chan e Naruto Shippūden voltam ao ranking desta semana, que naturalmente ainda é liderado por Sazae-san.

Sazae-san
Sazae-san

Série de animação de maior duração da História, sendo produzida de 1969 até hoje, contando com mais de 1.820 episódios, Sazae-san é um verdadeiro monumento cultural nipônico, sendo conhecida por praticamente toda a população japonesa, de todas as idades. As histórias são centradas na personagem-título, Sazae Fuguta, uma mulher de 24 anos (27 no mangá) mais preocupada em ser ela mesma do que se embonecar em um quimono e com maquiagem para atrair um marido. Sazae era uma mulher muito independente, e várias das histórias giravam em torno dela mandando no próprio marido, para terror dos vizinhos que achavam que o homem deveria ser o chefe da casa. Posteriormente Sazae se tornou feminista e protagonizou muitas cenas cômicas relacionadas com sua afiliação ao grupo local de “liberação feminina”.

Sazae-san (Fuji TV) – audiência: 16.3 pts.

Crayon Shin-chan (TV Asahi) – audiência: 12.0 pts.

Chibi Maruko-chan (Fuji TV) – audiência: 12.0 pts.

Doraemon (TV Asahi) – audiência: 9.5 pts. 

One Piece (Fuji TV) – audiência: 9.3 pts.

Gegege no Kitarō (Fuji TV) – audiência: 8.5 pts.

Detective Conan (NTV) – audiência: 7.9 pts.

Pocket Monsters: Diamond & Pearl (TV Tokyo) – audiência: 7.6. pts.

Yatterman (NTV) – audiência: 5.9 pts.

10º Naruto Shippūden (TV Tokyo) – audiência: 5.7 pts.

Fonte: ANN

Opiniões

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  1. Animê não é feito só de visual. O traço de Sazae-san é o mesmo há décadas e obviamente é proposital, já que mantém o ar de “coisa antiga” que faz as pessoas que cresceram vendo o animê se sentirem nostálgicas e aquelas que são mais novas terem uma noção de como eram as coisas “antigamente”. Sem falar que a série é engraçada e funciona do jeito que é feita (o único animê que ainda é feito com animação tradicional) ou não estaria no topo direto como sempre está. 🙂

  2. Só quem já assistiu pra entender o fenômeno Sazae-san. Enquanto o anime continuar sendo exibido, nenhum outro chegará nem perto na audiência nipônica.
    E, de resto, Simpsons é mil vezes melhor que qualquer série já feita de Macross. Só não enxerga quem é totalemente desprovido de inteligência.

  3. “Esse argumento não me convenceu, é igual os Simpsons… quantidade não é qualidade”
    De fato, e eu poderia dizer também que um “traço atual” também não é sinônimo de qualidade. Além de, é claro, Macross Frontier estar longe de ser uma das melhores séries da própria franquia.
    O caso é que Sazae-san é imensa como série, mas isso não compromete a qualidade dela. Claro que é uma série mais japonesa que as outras de um modo geral e diz muito mais aos próprios japoneses, de várias idades, do que obviamente diz a um ocidental que não possua um conhecimento mais aprofundado da cultura nipônica.
    Ainda assim, a série é um fenômeno não pela quantidade, mas justamente pelo conteúdo, que é querido por japoneses de todas as idades. Tentando fazer um paralelo, Sazae-san está para a cultura japonesa assim como Peanuts está para a norte-americana, só que a influência é muito mais significativa, pois aborda os acontecimentos de uma família inteira (com a qual todo mundo pode se identificar: um pai, uma mãe, um filho, etc.) e não apenas o de um grupo de crianças.
    E ao contrário do que se vê com os Simpsons, com constantes críticas às temporadas mais recentes, Sazae-san praticamente não possui crítica negativa alguma, pois mantém o mesmo fôlego de sempre há décadas. Isso por si só já seria motivo de admiração e, como eu disse acima, não pára por aí.

  4. Não estou aqui justificando ou não o sucesso da série, mas para mim o que é ruim é ruim em qualquer lugar do planeta, assim como o que é bom.. Não existe essa de pelo fator histórico-cultural a série ser boa ou não, isso sim é uma medida de sucesso mas não de qualidade. Falar que uma pessoa não entende o verdadeiro sentido da série por não conhecer a cultura é balela, eu por exemplo cresci convivendo com a cultura japonesa em São Paulo e já consumi muitos livros, revistas, animês, filmes e músicas da terra do sol nascente para ter o juízo necessário para admirar ou não a qualidade de algo produzido por lá.
    E falta de críticas não é elogio numa população tão enrolada quanto a japonesa, onde nem ao mesmo conseguem resolver conflitos culturais de mais de um século. É igual medir aqui no Brasil a qualidade de algo pela popularidade, se fosse assim então Faustão, Gugu, Silvio Santos e Raul Gil deveriam ser idolatrados…

  5. Não estou dizendo que é só pelo fator histórico-cultural que a série é boa, mas esse é só um dos fatores para ela ser assim, e nem é o principal. Ela é boa pelo modo como aborda o tema que aborda, pelos personagens que constrói, etc.
    Uma pessoa pode muito bem admirar uma obra de outra cultura sem ter nenhum conhecimento sobre essa cultura, pelo simples desempenho e impacto que a obra causa nessa pessoa, mas isso não quer dizer que ela realmente entenda exatamente tudo o que a série está tentando passar e o mais provável é que ela consiga apreciar a obra de um modo geral, mas não vai conseguir captar as sutilezas que estão lá, implícitas, que não precisam ser explicadas em tela porque quem fez a obra já presume que tal conhecimento esteja na posse da pessoa que virá a ter contato com a obra.
    No caso dos animês, a maioria é produzida de uma forma que sempre haverá pelo menos UMA coisa que seja universalmente compreensível, independente da cultura na qual tal animê chegue; mas para cada uma coisa universal presente em um animê, há pelo menos outras DEZ que não são facilmente perceptíveis e, mesmo quando o são, não são compreendidas pelo o que realmente são, e sim consideradas como “algo estranho dos japoneses”, seja alguma coisa visual, seja algo no próprio roteiro e fala dos personagens (por exemplo, muitas piadas passam completamente batidas por espectadores ocidentais quando estas demandam uma familiaridade prévia com determinado aspecto da cultura nipônica).
    Um exemplo claro e recente disto é o filme “A Viagem de Chihiro”, do Miyazaki. Sucesso mundial, ganhador do Oscar de animação e tudo mais. Chovem elogios pra cima da obra, pois ela possui coisas essencialmente universais facilmente reconhecidas por qualquer pessoa (rituais de passagem, viagens de descobrimento e amadurecimento, etc.), mas há vários elogios também ao modo como o elemento “estranho” consegue fascinar as pessoas. Esse elemento é justamente aquilo que as pessoas não conseguem apreender da mensagem que está sendo passada, então o classificam dessa forma. Ele fascina pelo simples fato de ser estranho, e não pelo o que ele realmente é. A maioria das pessoas que assistiu o filme acha aquele “bando de criaturas” que freqüenta a casa de banho “curioso e engraçado”, pois é o que parecem a elas visualmente, mas passa totalmente batido por elas todo o significado xintoísta que essas criaturas representam e a própria função da casa de banho em servi-las; apenas para fazer um resumo bem simples: essas criaturas são “kami”, divindades xintoístas de diferentes aspectos naturais (um deles é facilmente indentificável, pois é o único mencionado pelo nome no filme: o tal “Deus do Rio”, que Chihiro ajuda a “limpar”), e nenhuma delas está jogada ali ao acaso ou foram criadas do nada apenas para terem esse papel de divindades – vários são facilmente identificáveis por aqueles que têm alguma noção de certas divindades xintoístas. A função da casa de banho não é meramente a de um “spa” para as divindades cansadas (como a maioria das pessoas a vê), e sim é mais uma alegoria para um tipo de ritual de purificação característico do xintoísmo: geralmente são os praticantes da religião que realizam tais rituais, mas o fato de serem as divindades fazendo tal coisa aqui também não é ao acaso.
    Claro que ninguém tem obrigação de ser versado nas doutrinas xintoístas, mas não ter um conhecimento delas (pelo menos no caso desse filme – e há mais coisas xintoístas nele do que as divindades e a casa de banho) evidentemente contribui para uma compreensão apenas parcial de tudo que a obra tem a oferecer. Dos filmes do Miyazaki, este é de longe o mais “japonês” deles.
    Obviamente que há diversos animês com praticamente nada de “japonês”, que visam justamente ser o mais internacionais possíveis por parte de seus produtores, com vista no lucro que isso vai render à companhia, e geralmente são esses que se tornam mais facilmente fenômenos mundiais, já que se concentram mais no apelo visual do que no conteúdo (quando existente) propriamente dito.
    E voltando para Sazae-san, eu disse que não há praticamente críticas negativas, mas uma crítica positiva ainda é uma crítica, e essas são abundantes para a série como um todo. Os japoneses sabem muito bem criticar qualquer obra, bem ou mal, e isso não tem absolutamente nada a ver com conflitos culturais como tu apontou.

  6. Camiño, Sazae-san traduz como poucos a vida da classe média assalariada japonesa. Neste quesito, o anime é atemporal. Incrível como se mantém atualizado e conquistando novas gerações há tantas décadas. Difícil não admirar tal qualidade.
    Se você cresceu convivendo com a “cultura japonesa” de São Paulo, como suas próprias palavras esclarecem, você cresceu tentando consumir uma cultura japonesa made in Brazil e não a cultura verdadeiramente japonesa (esta, apenas disponível lá, no Japão).
    O fato é que Sazae-san diz mais para os japoneses em si, do que para nós, observadores distantes. Como bem disse o Gabriel, Sazae-san está para o público japonês assim como Peanuts para o público norte-americano. Mais: é algo praticamente intrínseco ao ser japonês, faz parte do imaginário popular.

  7. @Gabriel essa característica do 千と千尋の神隠し não me era incomum 😛
    Basicamente vocês tão dizendo que o animê é uma novela e só por ser japonês, e de uma cultura que nenhum de nós partilha em sua totalidade, é bom.
    @Bulk Você começou a discussão partindo para a ignorância, portanto desqualifico totalmente sua participação.
    as novelas da Globo também traduzem como poucos a vida brasileira, mostrando com muita ou pouca sutileza todas nossas qualidades e defeitos como povo. Independente disso, é a minha maldita opinião aqui.

  8. “Basicamente vocês tão dizendo que o animê é uma novela e só por ser japonês, e de uma cultura que nenhum de nós partilha em sua totalidade, é bom.”
    Eu simplesmente não disse nada disso.
    O animê é bom pelo modo como trata dos temas que aborda, pelos personagens que possui, etc. O fato de parecer uma “novela” (e nem é novela, na verdade, pois é episódico, com histórias fechadas) não tem absolutamente nada a ver com isso. Se tivesse a ver, as novelas da Globo, pelo simples fato de serem “novelas”, seriam ótimas também, e são um lixo, não por serem brasileiras, mas por simplesmente possuírem roteiros e caracterizações ridículos.
    Sazae-san é tudo que uma novela da Globo gostaria de ser e não passa nem perto: uma boa obra.

  9. Ambrósio, sua argumentação é tétrica. Você nem pode qualificar ou desqualificar uma participação num fórum justamente por ser parte dele. Tudo o que pode fazer é ignorar um comentário, e sequer isso soube fazer.
    Risível, não fosse tão pífio.
    “Novela da Globo”… Essa foi de matar.

  10. E, só para terminar, se optou por “desqualificar” (tsc) minha participação, por que resolver terminar seu post com uma resposta diretamente ligada a algo que escrevi?! Veja:
    “as novelas da Globo também traduzem como poucos a vida brasileira, mostrando com muita ou pouca sutileza todas nossas qualidades e defeitos como povo. Independente disso, é a minha maldita opinião aqui.”
    “Novela da Globo”?! Pô, aí você estragou tudo.

  11. Gabriel… ao meu ver qualquer série que chegue a 1600 episódios não realizada por valor artístico, simplesmente por um apelo comercial que deu certo e continua se repetindo vez após vez. O grande diferencial das séries japonesas é que geralmente são fechadas com início meio e fim, qualquer mangá ou animê que fugiu desta fórmula falhou em termos de qualidade. Exemplos: Dragon Ball (Z), Cavaleiros do Zodiaco, Ranma, Naruto, One Piece.
    Uma vantagem dos quadrinhos americanos desta perspectiva, e que permite aos seus personagens serem extremamente longivos, é o fato das histórias se reciclarem totalmente com novas abordagens, roteiristas, artísticas e propostas mesmo. Ao meu ver Sazae-san descobriu uma fórmula rasa de sucesso e continua mamando nela por anos sem fim, quantas vezes será que cada piada já foi repetida? Quantas situações? Simplesmente não há como comparar isto a séries fechadas cuja qualidade artística é muito superior.
    Por fim, quanto a Peanuts… muita gente critica o criador por ter mantido a publicação por quase 50 anos, Calvin e Haroldo por outro lado foram publicados por 10 anos, quando Watterson percebeu que estava perdendo o sentido ele cancelou a publicação em seu auge comercial. Agora imagine se ele tivesse continuado com Calvin, só para ganhar dinheiro…

  12. “Uma vantagem dos quadrinhos americanos desta perspectiva, e que permite aos seus personagens serem extremamente longivos, é o fato das histórias se reciclarem totalmente com novas abordagens, roteiristas, artísticas e propostas mesmo. Ao meu ver Sazae-san descobriu uma fórmula rasa de sucesso e continua mamando nela por anos sem fim, quantas vezes será que cada piada já foi repetida? Quantas situações? Simplesmente não há como comparar isto a séries fechadas cuja qualidade artística é muito superior.’
    AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
    Depois destas pérolas, não se precisa dizer mais nada. Qualquer traço de seriedade na discussão foi-se pelo ralo.
    Akimoto Osamu, Sakura Momoko, Yatate Hajime e Mitsuru Adachi bateriam no seu bumbum, Camiño.
    Garoto mal, muito mal.
    Para os japoneses, tu serias um verdadeiro “hetare”. Ai, ai…

  13. “Gabriel… ao meu ver qualquer série que chegue a 1600 episódios não realizada por valor artístico, simplesmente por um apelo comercial que deu certo e continua se repetindo vez após vez. O grande diferencial das séries japonesas é que geralmente são fechadas com início meio e fim, qualquer mangá ou animê que fugiu desta fórmula falhou em termos de qualidade. Exemplos: Dragon Ball (Z), Cavaleiros do Zodiaco, Ranma, Naruto, One Piece.”
    Isso é verdade quando se aplica a séries como as que tu citou, que possuem todas uma única história do início ao fim, que é estendida indefinidamente com resultados cada vez piores.
    Porém, esse não é o caso de Sazae-san. Como eu disse acima, a série é episódica, cada episódio é uma história fechada em si mesma. Não há a enrolação de séries gigantes de história única, então o paralelo simplesmente não se aplica.
    Quanto ao exemplo dos quadrinhos norte-americanos, tampouco esse é um exemplo feliz, já que o fato de não serem em sua maioria séries fechadas tem o mesmo peso negativo, sim, daqueles animês que fazem a mesma coisa, como DB e One Piece. Isso de se “reciclarem totalmente” é apenas uma desculpa conformista para o fato de que também já acabou a originalidade dos criadores de histórias para esses personagens, com os quais já ocorreu tudo que é possível e imaginável e já tiveram suas origens recontadas um bilhão de vezes. Quando se chega em um impasse do tipo “sobre o que falar agora?”, em vez de criar algo novo, simplesmente resolvem começar tudo do zero, pela milésima vez. Isso é um desrespeito claro com o leitor, que é feito de idiota; mas como tem gente que gosta de ser tratada assim e continua comprando as revistas, eles continuam fazendo esse tipo de história e não vão parar enquanto houver pessoas para comprarem-nas – o que não significa que as histórias vão ser boas só porque vendem bastante ou são populares, como tu mesmo salientou em outro comentário acima.

  14. Adiciono algo à sua argumentação, Gabriel: assisto Sazae-san desde 1990, todo santo episódio; e, pasmem, JAMAIS houve repetição de temática (sequer de gags ou piadas) nos episódios. O que há é muito humor refinado e até uma certa crítica constante ao modus vivendi do ser japonês.
    E olha que os roteiristas nunca tiveram a genial idéia de transformar a Sazae num CLONE. Muito menos tentaram matá-la e ressuscitá-la centenas de vezes.

  15. @Gabriel… essa sua visão dos quadrinhos é totalmente distorcida, como assim tratam o leitor como burro… quando Bendis assumiu o Demolidor e propos uma nova abordagem menos ‘uniformizada’ ele não tratou ninguém como burro ou o fez apenas por ter esgotado as idéias criativas. Poderia citar aqui centanas de exemplos dos quadrinhos neste sentido.
    Quando ao Sazae eu sei que a série é episódica, assim como Os Simpsons, mas isso não quer dizer que é uma série que não se aproveita da mesma idéia e fica exaurindo-a até o limite, e somente uma pessoa abobalhada não percebe isso e continua vendo por quase 20 anos. Não vou ficar explicando tudo de novo se vocês não conseguem entender que não precisa repetir um arco para repetir uma fórmula.

  16. “(…) e somente uma pessoa abobalhada não percebe isso e continua vendo por quase 20 anos.”
    O que dizer então de pessoas que continuam lendo Superman e Batman, que estão por aí há 70 anos com o mesmo tipo de história.

  17. Pois é…
    Eu vejo Sazae-san há 20 anos. Graças aos céus, não apenas eu. Há outros “abobalhados” como o Hayao Miyazaki, que assiste desde a década de 60… E o pobre “abobalhado” do Shotaro Ishinomori, que era amigo pessoal da Machiko Hasegawa (autora de Sazae-san), assistiu a todos os episódios até 1998, e nunca cansou de se dizer influenciado pela obra!
    Aliás, na opinião do Miyazaki (aquele tolo!), Sazae-san é uma das poucas coisas que valem a pena na TV japonesa de hoje… Radical esse Miyazaki.
    Ignóbeis essas milhões de pessoas que não perdem os três episódios semanais de Sazae-san há tanto tempo. Como são tolas, heh.

  18. Po Gabriel como eu disse nos quadrinhos americanos sempre as coisas mudam, tanto pela mudança da equipe criativa quanto por novas perspectivas que a editora dá aos personagens, algo que eu já havia explicado lá no começo. E é justamente esse o motivo de 99% dos dos desenhos durarem pouco, pois numa animação não dá para fazer isso.

  19. quero que se dane esse anime de gays, ta loko mano ? que conversa emo é essa ai…. one piece e fairy tail ownam…. são animes de verdade, esse lixo de criança ai desse sazae-san é mto fudido cara, acabem logo com essa porra de desenho, isso nem anime é…….. viva a modernidade, fora sazae-san, que coisa gay, mais gay ainda é quem vê kkkkkkkkkk bando de emos, baitolas.

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