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Último animê de Osamu Tezuka será concluído por seu filho

Legend of the ForestDe acordo com um anúncio em seu blog pessoal, feito no último domingo, o diretor Macoto Tezka, também conhecido como Makoto Tezuka, ficará a cargo do término de Legend of the Forest (Mori no Densetsu), o último trabalho em animê realizado por seu pai, Osamu Tezuka.

A produção de Legend of the Forest começou em 1987; porém, na ocasião da morte de Tezuka dois anos depois, apenas a primeira e a quarta parte (das quatro originalmente planejadas) estavam terminadas. A animação é realizada como acompanhamento dos quatro movimentos da Sinfonia nº 4 de Tchaikovsky, ao estilo de Fantasia. Assim como a obra de Walt Disney, a intenção de Tezuka com Legend of the Forest era criar um filme experimental que sincronizasse animação com música clássica.

Em 2003, as duas partes finalizadas do animê foram exibidas nos cinemas japoneses; ainda assim, Makoto pretende concluir a obra final de seu pai. O filho do “Deus do Mangá” já dirigiu outras produções, incluindo um filme e duas séries de televisão baseadas no mangá Black Jack de seu pai.

3 opinaram!

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  1. Só espero que o Makoto Tezuka não seja com o Cris Tolkien (filho do JRR Tolkien, de Senhor dos Anéis) e John Hebert (filho de Frank Hebert, autor de Duna) que são dois incompetentes que ficam parasitando as obras dos pais.
    OBS: Pelo que fiquei informado, parece que o Makoto Tezuka também fez um spin off de Black Jack, mas nunca vi pra saber se é bom.

  2. O filho do Frank Herbert se chama Brian, e com o que tu disse sobre ele eu concordo, já que ele está se aproveitando de uma ou outra nota deixada pelo FH para escrever trilogias atrás de trilogias de prequels e continuações, como se tudo isso de fato tivesse sido planejado pelo FH – o que obviamente não foi. Fora o fato de que as obras do Brian são medonhas perto das do pai.
    Mas quanto ao Christopher Tolkien, não tem nada mais incorreto do que isso que tu disse. Ele editou o material não-publicado do pai e o publicou tal como o próprio J. R. R. havia escrito, anotando-os extensivamente. As obras estão mais para textos acadêmicos do que para literários propriamente dito. Digo isso porque tenho e li todas essas obras editadas pelo CT (em particular os 12 volumes da série The History of Middle-earth). No caso dos textos mais literários, era intenção do próprio Tolkien pai de que o Silmarillion fosse publicado de alguma forma, mesmo que não na vida dele, coisa que o CT acabou fazendo (e apontou as decisões editorais que teve que tomar ao longo da série History). Quanto ao Children of Húrin, o livro mais recente (lançado em abril do ano passado), o texto presente ali é totalmente escrito pelo Tolkien pai: ele simplesmente pegou os trechos que estavam espalhados em manuscritos diferentes, manteve uma coerências das versões utilizadas e publicou como um romance épico, basicamente.
    Tudo o que CT fez é diametralmente oposto a tudo o que o BH fez: ele simplesmente editou o material escrito pelo próprio pai e o lançou, enquanto que o BH usou o nome do pai para escrever coisas (porcas) de sua própria autoria. Acho que fica bem claro quem é o mercenário aí.

  3. Concordo com tudo que o Gabriel falou aqui, inclusive acredito que a mitologia da Terra Média não seria tão rica sem o excelente trabalho do Christopher Tolkien.

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