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  • Podemos analisar uma obra de diversas formas. No caso do Ranxerox analisei sua qualidade, afirmando que a arte era inigualável e incomum, enquanto os roteiros eram fracos. Sobre um possível "ineditismo", falei que a obra parecia original na época em que foi lançado, mas coisas muito mais originais estavam sendo feitas pelo pessoal da revista RAW. Robôs assassinos já existiam nas HQs dos anos 50 da EC Comics, talvez tenham surgido antes nas revistas pulp de ficção científica, e foram inspirados em mitos muito antigos, como o Golen. A influência posterior de Ranxerox é pequena se comparada com a de artistas como Robert Crumb, Art Spiegelman, Harvey Kurtzman e muitos outros. Qualquer um que leia com atenção minha resenha verá que abordei a obra de modo imparcial, mas crítico. O leitor pode ser parcial e tentar defender seus personagens preferidos, mas o resenhista precisa ser crítico, como fui.

  • Podemos analisar uma obre de diversas formas. No caso do Ranxerox analisei sua qualidade, afirmando que a arte era inigualável e incomum, enquanto os roteiros eram fracos. Sobre um possível "ineditismo", falei que a obra parecia original na época em que foi lançado, mas coisas muito mais originais estavam sendo feitas pelo pessoal da revista RAW. Robôs assassinos já existiam nas HQs dos anos 50 da EC Comics, talvez tenham surgido antes nas revistas pulp de ficção científica, e foram inspirados em mitos muito antigos, como o Golen. A influência posterior de Ranxerox é pequena se comparada com a de artistas como Robert Crumb, Art Spiegelman, Harvey Kurtzman e muitos outros. Qualquer um que leia com atenção minha resenha verá que abordei a obra de modo imparcial, mas crítico. O leitor pode ser parcial e tentar defender seus personagens preferidos, mas o resenhista precisa ser crítico, como fui.

  • Podemos analisar uma obre de diversas formas. No caso do Ranxerox analisei sua qualidade, afirmando que a arte era inigualável e incomum, enquanto os reteiros eram fracos. Sobre um possível "ineditismo", falei que a obra parecia original na época em que foi lançado, mas coisas muito mais originais estavam sendo feitas pelo pessoal da revista RAW. Robôs assassinos já existiam nas HQs dos anos 50 da EC Comics, talvez tenham surgido antes nas revistas pulp de ficção científica, e foram inspirados em mitos muito antigos, como o Golen. A influência posterior de Ranxerox é pequena se comparada com a de artistas como Robert Crumb, Art Spiegelman, Harvey Kurtzman e muitos outros. Qualquer um que leia com atenção minha resenha verá que abordei a obra de modo imparcial, mas crítico. O leitor pode ser parcial e tentar defender seus personagens preferidos, mas o resenhista precisa ser crítico, como fui.

  • Também não disse que os autores italianos não eram inteligentes, apenas afirmei que os roteiros de Ranxerox eram ruins, sempre foram mas é mais fácil perceber agora. Concordo que os roteiros de Tamburini tinham uma influência punk, mas punk é um termo vago. Havia bandas punk mais politizadas, como o Clash, outras nem um pouco. A fúria de Ranxerox parece sem foco: num momento soca uma criança de colo, em outro se revolta por ter de dançar como Fred Astaire. Qto ao roteiro, reafirmo que é datado: nos anos 80 muitos quadrinhos alternativos abusavam da violência, porque parecia marginal e contrastava com os quadrinhos mais comerciais. E é vazio: uma piada de poucas páginas sobre Fred Astaire não faz do livro uma obra de crítica cultural, do mesmo modo que arrebentar pessoas não é necessariamente crítica social.
    Fico feliz que vc tenha expressado sua opinião, mas se reler esta ou qualquer outra resenha de minha autoria verá que sempre procuro ser objetivo, e nunca disse que gosto ou deixo de gostar das obras que comento. Já os leitores tem todo o direito de gostar de algo simplesmente por gostar, mesmo que seja uma obra avacalhada pelo crítico.

  • Também não disse que os autores italianos não eram inteligentes, apenas afirmei que os roteiros de Ranxerox eram ruins, sempre foram mas é mais fácil perceber agora. Concordo que os roteiros de Tamburini tinham uma influência punk, mas punk é um termo vago. Havia bandas punk mais politizadas, como o Clash, outras nem um pouco. A fúria de Ranxerox parece sem foco: num momento soca uma criança de colo, em outro se revolta por ter de dançar como Fred Astaire. Qto ao roteiro, reafirmo que é datado: nos anos 80 muitos quadrinhos alternativos abusavam da violência, porque parecia marginal e contrastava com os quadrinhos mais comerciais. E é vazio: uma piada de poucas páginas sobre Fred Astaire não faz do livro uma obra de crítica cultural, do mesmo modo que arrebentar pessoas não é necessariamente crítica social.
    Fico feliz que vc tenha expressado sua opinião, mas se reler esta ou qualquer outra resenha de minha autoria verá que sempre procuro ser objetivo, e nunca disse que gosto ou deixo de gostar das obras que comento. Aliás, acho muito natural que o leitor goste de algo que seja avacalhado pelo crítico.

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