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Os dez melhores shows do Rock In Rio 2019

O Rock In Rio acabou e já está todo mundo com saudade da maratona de música. Para fechar a tampa da nossa cobertura, resolvemos fazer aqui uma relação com os dez melhores shows da oitava edição do Rock In Rio 2019.

Iron Maiden

O Maiden em grande forma presenteou os fãs com um show épico, Bruce Dickinson com uma voz impecável e técnica para do alto de seus 61 anos atingir notas que não alcançava nas turnês dos anos 80. Cenários temáticos remetendo a discos e singles, pirotecnia e toda aquela grandiosidade que um show de rock merece fizeram dessa Legacy of the Beast (que também passou por São Paulo e Porto Alegre) obrigatória para os fãs, mesmo aqueles que já conferiram a banda diversas vezes.

King Crimson

Depois de 50 anos a banda inglesa de rock progressivo finalmente veio ao Brasil e entregou um show que já nasceu clássico. Para um público reduzido (já que não são populares por aqui) formado por fãs de primeira hora e alguns curiosos, o Crimson realizou uma apresentação curta devido à limitação de tempo do palco Sunset, porém inesquecível.

Muse

O Muse é uma banda cujas apresentações ao vivo são imperdíveis, pois, além de darem tom ainda mais grandiloquente para suas faixas proporcionam um conceito de espetáculo que as bandas surgidas nos últimos vinte anos parecem ter abandonado. Nascido em uma época em que o rock estava cada vez mais se tornando minimalista (ou se apequenando) o Muse quis resgatar a grandiosidade dos shows de bandas como Queen e U2. E foi isso que ficou nítido no show do último domingo que encerrou o Rock In Rio 2019, uma banda que acredita que o rock pode e deve ser grandioso.

Slayer

Era uma noite de despedida, o que deu à apresentação que fechou o dia do metal no palco Sunset ainda mais relevância. O Slayer está encerrando as atividades e o show no Rock In Rio foi a despedida do Brasil. Foi uma verdadeira apoteose metaleira, com fãs em êxtase, clássicos e uma performance impecável que dá a plena noção que eles poderiam continuar por mais alguns anos. Mas preferiram terminar por cima, o que também é louvável. Dessa forma, a última lembrança dos fãs será a de um show histórico, e não de algo decadente.

Red Hot Chilli Peppers

Pela terceira vez consecutiva no Brasil (após a edição de 2017 do Rock In Rio e o Lollapalooza 2018), a banda fez um show solto, em clima de jam, com pérolas obscuras do repertório como ‘Sikamikanico’, e até músicas do pouco prestigiado One Hot Minute, o sucessor de “Blood Sugar Sex Magic”. Quem esperava um greastest hits pode ter se decepcionado, mas os fãs certamente ficaram felizes por esse show ousado na forma e conteúdo, o melhor do RHCP em terras brasileiras.

Foo Fighters

Você pode não ser um grande fã do repertório de Dave Grohl e Cia, mas há de admitir que poucas bandas hoje em atividade fazem shows tão contagiantes quanto eles. Foram duas horas de hits, em uma apresentação energética e divertida, exatamente como em fevereiro de 2018.

Elza Soares

Do alto de seus mais de 80 anos, Elza Soares está no auge de sua carreira. Seus shows têm sido plataformas de um discurso político e de empoderamento feminino e das minorias. Elza ainda recebeu convidados como Jéssica Ellen, Kell Smith e travestis líderes da banda As Bahias e a Cozinha Mineira. Sem dúvida um show marcante.

Weezer

Foi a estreia da banda, não só no Rock In Rio como em terras cariocas. Quem foi prestigiá-los no segundo dia do festival não se arrependeu. O show pode ter perdido um pouco pelas grandes dimensões do palco Mundo, renderia melhor em um lugar menor, tendo eles como única atração. Mas isso não chegou a impedir que fosse uma experiência gratificante. O poder de fogo de músicas como ‘Buddy Holly’, ‘Porks and Beans’, ‘Hash Pipe’ e outras garantem um show inesquecível.

Nile Rodgers & Chic

Mais uma vez Nile Rodgers botou a Cidade do Rock para dançar. A migração para o palco Mundo dispersou um pouco da atmosfera do show antológico no Sunset da edição passada, mas ainda assim foi uma apresentação impecáveis com uma banda excepcional, e é claro, a notas inconfundíveis da Hit Maker, como Rodgers chama sua guitarra.

Helloween

Os alemães do Helloween vieram ao Rock In Rio substituindo o Megadeth, que cancelou a vinda porque o vocalista e guitarrista Dave Mustaine está em tratamento de um câncer. A substituição não decepcionou. A banda veio com a “Pumpkins United World Tour”, com os ex-membros Kai Hansen e Michael Kiske se juntando à banda novamente para uma turnê mundial. Um presente para os fãs e um grande show à altura das expectativas.

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Publicado por Cesar Monteiro

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