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Tudo sobre Laranja Mecânica – livro e filme

A Editora Aleph acaba de lançar uma nova versão do clássico LARANJA MECÂNICA, do escritor inglês Anthony Burgess, uma excelente oportunidade para conhecer essa controversa obra, que ficou mundialmente conhecida por conta de sua versão cinematográfica dirigida pelo genial Stanley Kubrick.

Alexandre Callari, Daniel Lopes e Bruno Zago adoram tanto o livro quando o filme e, agora, batem um papo sobre os vários aspectos que fazem dessa obra um marco da literatura e da cultura pop em geral.

SINOPSE DO LIVRO

Uma das mais brilhantes sátiras distópicas já escritas, Laranja Mecânica ganhou fama ao ser adaptado em uma obra magistral do cinema pelas mãos de Stanley Kubrick. O livro, entretanto, também é um clássico moderno da ficção inglesa e um marco na cultura pop, que ao lado de 1984, de George Orwell, Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, e Fahrenheit 451, de Ray Bradbury, representa um dos ícones literários da alienação pós-industrial.

Alex é o jovem líder de uma gangue de adolescentes cuja diversão é cometer perversidades e atos de violência pelas ruas de uma cidade futurista governada por um Estado repressivo e totalitário. Depois de cometer um crime que termina em um assassinato, ele acaba preso pelo governo e submetido a um método experimental de recondicionamento de mentes criminosas, que se utiliza de terapia de aversão brutal.

Brilhante, transgressivo e influente, o livro traz uma visão assombrosa do futuro contada em seu próprio léxico inventivo chamado “nadsat”, que mescla gírias de gangues inglesas e palavras russas. O filme homônimo de Stanley Kubrick teve como base as primeiras edições americanas deste livro, que por conta da insistência dos editores americanos, tiveram o capítulo final suprimido, acreditando que um final sem redenção para Alex seria mais realista. Esta edição, entretanto, mantém o capítulo final original.

A nova edição ganha uma capa de Giovanna Cianelli inspirada em uma cena marcante do filme e que transmite toda a influência pop que ele representa, homenageando-o como clássico que é.

EDIÇÃO DO VÍDEO: Jessica Torlezi

34 opinaram!

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  1. Eu fui apresentado ao filme pela minha mãe. Quando estávamos vendo, uma amiga da minha tia chegou lá em casa, e minha mãe deu stop no VHS e colocou na TV aberta. Depois eu perguntei o porquê daquilo e ela disse: "Não quero que os outros vejam que eu deixo você ver um filme desse." Depois que a moça foi embora nós terminamos de assistir. Hahaha

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Pipoca e Nanquim

Publicação Pipoca e Nanquim