RPG – O Jogo das Interpretações

Primeiramente gostaria de me apresentar formalmente aos leitores do Ambrosia. Meu nome é Marcos Bolton, mais conhecido como Salsa. E estarei ajudando o companheiro Felipe Velloso com a seção de RPG. Sou jogador de RPG a mais ou menos 13 anos, professor de inglês e estou me formando em Cinema. Por que diabos eu estaria…


Primeiramente gostaria de me apresentar formalmente aos leitores do Ambrosia. Meu nome é Marcos Bolton, mais conhecido como Salsa. E estarei ajudando o companheiro Felipe Velloso com a seção de RPG. Sou jogador de RPG a mais ou menos 13 anos, professor de inglês e estou me formando em Cinema. Por que diabos eu estaria informando tudo isto a vocês? Pois bem, a dois anos atrás eu finalizei um documentário sobre o nosso hobby querido. E é com isso que vou inaugurar minha estadia no Ambrosia (olha só, até rimou, hehe).
Com a acessibilidade de equipamentos cinematográficos, hoje em dia é muito mais fácil uma produção independente surgir do nada no YouTube ou no MySpace. Em 2005, durante o meu segundo período na faculdade de Cinema, decidi fazer um documentário sobre jogos de RPG e assim remover a nuvem negra que parou à cima do jogo. Surpresa foi a minha ao constatar que apenas dois documentários (profissionais) sobre o hobby existiam nos EUA até então: Uber Goober, um documentário com um teor cômico sobre a vida de jogadores de RPG e de LARP (live action) e Life With the Dice Bag que já é um pouco mais sério. Hoje, esta situação mudou e já podemos encontrar vários. Um deles é o famoso: Darkon que se trata do maior live action roleplaying game existente no mundo, e o filme retrata o massivo combate que ocorreu entre os dois reinos que habitam o jogo.
Aqui no Brasil, o único documentário sobre RPG acabou tornando-se o meu. É claro que espero ser o primeiro de muitos, afinal eu sabia a todo momento que não conseguiria abordar o assunto todo e nem mesmo todo o assunto, se é que vocês me entendem?
Portanto, a decisão foi abordar poucas vertentes. O jogo em sí e como ele é jogado (uma espécie de vídeo institucional), a educação que o jogo proporciona, e os assassinatos que acabaram com a imagem do jogo. Tudo isso em no máximo 15 minutos (afinal trata-se de um curta metragem). Estavamos começando e tinhamos pouquíssima experiência com a iluminação ideal e a captura de som ideal. Eu como diretor e roteirista tinha que ter certeza de que as entrevistas e a parte fictícia do documentário recebesse a devida atenção. E acabei por deixar outras decisões nas mãos dos outros cabeças de equipe (justamente por uma falta de experiência).
Ainda assim, o produto final foi parcialmente satisfatório (todo diretor sempre finaliza uma obra achando que podia ter sido melhor). Espero que vocês gostem de assistí-lo tanto quanto eu gostei de fazê-lo.
Assista no link: RPG – Jogo das Interpretações (Parte 1)
                         RPG – Jogo das Interpretações (Parte 2)


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