“Não me sinto em casa”, a nova música e clipe de Rafael Allmark

Em um mundo onde a hiperconectividade muitas vezes mascara o isolamento, o cantor, compositor e produtor Rafael Allmark surge com um questionamento visceral sobre a identidade e o espaço que ocupamos. No dia 02 de fevereiro de 2026, Allmark lança o single “Não Me Sinto em Casa”, uma obra que traduz a estranheza de quem…


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Em um mundo onde a hiperconectividade muitas vezes mascara o isolamento, o cantor, compositor e produtor Rafael Allmark surge com um questionamento visceral sobre a identidade e o espaço que ocupamos. No dia 02 de fevereiro de 2026, Allmark lança o single “Não Me Sinto em Casa”, uma obra que traduz a estranheza de quem habita muitos lugares, mas não se reconhece em nenhum deles. Nascido em Porto Alegre, mas hoje com a rotina fragmentada entre o Rio de Janeiro e São Paulo, o artista utiliza sua própria vivência nômade para dar voz a um sentimento universal: o vazio silencioso em meio ao caos urbano.

A canção nasceu de conversas profundas entre Allmark e Deco Martins sobre a sensação persistente de ser um “estranho conhecido” em seu próprio cotidiano. O que começou como um desabafo informal rapidamente se transmutou em uma peça central de sua nova fase artística. Para Allmark, o processo de criação foi um exercício de revisitação de memórias e reflexões sobre ausências e silêncios acumulados. É um trabalho que marca sua transição definitiva para um território de vulnerabilidade e honestidade brutal, onde a música serve como ferramenta de cura e organização interna.

Letra: 

Não me sinto em casa em lugar nenhum 

Sou um estranho conhecido 

Em um apartamento frio 

Vou me desdobrando pra não ser só um 

Mas com tantos endereços 

Fiquei tão vazio 

Essas paredes mórbidas 

Me devolvem o que eu evito 

Pretendo ir muito Além do que eu já vi 

As vezes eu sou tão fora de mim 

O mundo é minha casa 

E o meu teto incendiou 

E o sol me arde 

Tão turvo é 

Os sonhos que alguém me desejou 

Vou me fingindo inteiro sendo só metade 

Seja bem vinda a esse caos 

Só não repara o que eu já fiz em mim 

Nessa ferida eu joguei sal 

Tudo que era bom desfiz nessas 

Essas paredes mórbidas 

Me devolvem o que eu evito 

Pretendo ir muito Além do que eu já vi 

As vezes eu sou tão fora de mim 

O mundo é minha casa 

E o meu teto incendiou 

E o sol me arde 

Tão turvo é 

Os sonhos que alguém me desejou 

Vou me fingindo inteiro sendo só metade 

Ficha Técnica: 

Produção Musical: 

Rafael Allmark e Lucas Nunes 

Lucas Nunes – Guitarras e Violões 

Rafael Allmark – Voz e Baixo 

Vitor Peracetta – Bateria  


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