Dois Girassóis celebra 10 anos de carreira com o primeiro álbum autoral, Coisas Boas

O duo Dois Girassóis, formado por Luiza Novaes e Aloisio Oliveira, lança seu primeiro álbum autoral, Coisas Boas. Disponível em todas as plataformas digitais pela Tratore, o trabalho celebra dez anos de trajetória e marca um novo ciclo artístico. Gravado no Estúdio 185, com produção de Rodrigo Carraro e masterização de Beto Mendonça, o álbum percorre universos…


Foto: Warley Kenji

O duo Dois Girassóis, formado por Luiza Novaes e Aloisio Oliveira, lança seu primeiro álbum autoral, Coisas Boas. Disponível em todas as plataformas digitais pela Tratore, o trabalho celebra dez anos de trajetória e marca um novo ciclo artístico.

Gravado no Estúdio 185, com produção de Rodrigo Carraro e masterização de Beto Mendonça, o álbum percorre universos que vão do baião ao folk celta, passando pelo reggae, cururu, música infantil e gospel. Como definem os próprios artistas, trata-se de “um convite para acordar a criança do adulto e fazer dormir o adulto da criança”.

O repertório traz canções como “Lua Gira Sol”, que reflete sobre as transformações da lua em nossos sentimentos; “Coisas Boas”, criada à beira-mar como chamada à energia positiva; e “Beijo”, que resgata a inocência das brincadeiras de roda. “Repense”, composta no Dia do Meio Ambiente, defende os sete R’s como guia de escolhas diárias; “Deixa”aborda o perdão; e “Tudo ou Nada”, em ritmo de forró, fala sobre a dificuldade de expressar sentimentos.

Entre outras faixas, “Acerola no Quintal” celebra a natureza em compasso 7/8; “Intransitivo trata do amor como verbo que não pede sujeito nem objeto – amar só amar.  Seu clipe já ultrapassou 120 mil visualizações após o festival La Mission. Por fim, “Eu Não Tô Só” lembra que sonhos se realizam em parceria.

O álbum contou com participações de Márcio Maresias (gaita), Lucas Tornezze (viola caipira), Marcos Coin (violão e guitarra), Rodrigo y Castro (flauta), Ramiro Marques (saxofone), Humberto Zigler (bateria e moringa) e Max Dias(baixo). A capa, assinada pelo fotógrafo Warley Kenji, foi registrada nos trilhos de trem que o duo percorria rumo às aulas de yoga – percurso onde nasceram várias composições, simbolizando a busca pela luz mesmo em dias nublados.