O hit “São Amores”, da icônica drag queen brasileira Pabllo Vittar, alcançou um sucesso estrondoso nas paradas internacionais, impulsionado por uma coreografia viral criada pela peruana Lis Padilla. A música, que faz parte do álbum “Batidão Tropical Vol. 2”, lançado em abril deste ano, é uma releitura de uma faixa homônima do grupo Forró do Muído, de 2007.
A ascensão meteórica de “São Amores” começou em 9 de junho, quando Padilla postou um vídeo no TikTok dançando ao som da música. A coreografia, que mistura passos cômicos e animados, rapidamente conquistou o público, acumulando mais de 25 milhões de visualizações na plataforma. A dança se espalhou como fogo, sendo replicada por policiais mexicanos, torcedores argentinos, apresentadores venezuelanos e até jogadores de futebol e beisebol.
Pabllo Vittar, em entrevista ao programa “TVZ” do Multishow, agradeceu a Lis Padilla pelo sucesso da música: “Queria mandar um beijo para a Lis Padilla, que é lá do Peru e fez a música ‘São Amores’ viralizar pelo mundo inteiro aí na América Latina, pegando o primeiro lugar [nas plataformas digitais] em vários países. Muito obrigado por seu êxito, Lis. E te espero aqui no Brasil”.
No entanto, nem todos estão satisfeitos com a popularidade da coreografia. O compositor espanhol Lucas Gonzalez Gomez, autor da versão original da música, criticou duramente a dança. Em um vídeo publicado nas redes sociais, Gomez chamou a coreografia de “uma vergonha” e expressou seu descontentamento com o gesto que simula um corte no pescoço durante o verso “amores que matam”.
Apesar das críticas, o sucesso de “São Amores” continua a crescer, consolidando Pabllo Vittar como uma das artistas mais influentes da música latina na atualidade.









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