“Pisamos nesta Terra em estado cru, sem preparo para os tremores que nos sacudirão a todos. Nossas histórias pessoais são distintas, mas a forma que reagimos quando fragilizados é muito semelhante” (…) “Lá na intimidade encoberta, eu e você somos irmãos.” (Maitê Proença)
Autoprovocada por este mote, a atriz e escritora Maitê Proença estreou em 2020 um experimento digital que se tornou um dos maiores sucessos do ano e que, depois de temporada presencial bem-sucedida no Rio de Janeiro no início de 2022, chega pela primeira vez a São Paulo: a peça de “O Pior de Mim”, com texto de sua autoria e direção de Rodrigo Portella (“Tom na Fazenda” e “As Crianças”).
A peça acaba de ser indicada ao Prêmio Cesgranrio de Teatro na categoria Melhor Texto.
O Pior de Mim parte de histórias pessoais para falar de todas as histórias, na medida em que todos desenvolvemos, em maior ou menor grau, bloqueios variados para nos proteger de dores do passado, “levantando muros (sem ver) aonde gostaríamos de ter construído pontes”, explica Maitê.
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