PERVERSA propõe um mergulho na temática do amor, sobretudo nos relacionamentos contemporâneos, nas dificuldades de construí-los ou nas tendências em aniquilá-los. Em curta temporada de dois fins de semana, no Teatro Pequeno Ato, a partir de 01de julho, o espetáculo explora as diversas camadas da personalidade da personagem levando a plateia a questionar o que é ficção ou realidade.
Para o diretor Gustavo Rocha, a dramaturgia de PERVERSA é como um enigma, um quebra-cabeça a ser montado pelo público. No entanto, antes que a última peça seja colocada, a história se embaralha novamente revelando um final surpreendente.
O monólogo, coescrito por Mônica Bittencourt e Gustavo Rocha, parceiros artísticos de longa data, se utilizou de diversas fontes de pesquisa, incluindo séries como Fleabag, Twin Peaks, Dhamer – Um Canibal Americano e Mindhunter, além de literatura contemporânea feminina, como as obras da argentina Ariana Harwicz, das americanas Lisa Taddeo e Mary Gaitskill e das brasileiras Carola Saavedra, Fernanda Young, Tati Bernardi e Aline Bei. Em relação aos temas do amor e feminilidade, eles se debruçaram sobre as escritas de Ana Suy e Bell Hooks. Roberto Bolaño e Julio Cortázar também serviram de inspiração.
“Eu e Gustavo criamos “Perversa”para falar das relações fugazes, da nossa dificuldade de ser vulnerável e trouxemos tudo o que era mais inconfessável para o palco. É quase impossível a plateia não se identificar”, conta Mônica.
Sinopse:
Dirigida por Gustavo Rocha, a peça é um monólogo em que a personagem principal interpretada pela atriz Mônica Bittencourt conduz a narrativa de seus amores e desamores, levando a plateia a questionar a veracidade de sua personalidade, que se desdobra em diversas camadas e mistura realidade e ficção. Com o cenário composto apenas por cadeiras, a arquitetura cênica é construída como um jogo de xadrez.
Sobre a dupla:
Mônica Bittencourt – atriz e autora
Mônica Bittencourt, atriz há 20 anos, faz seu primeiro monólogo depois de uma carreira entre Salvador e Rio de Janeiro, com espetáculos como “Todo Mundo tem Problemas Sexuais” de Domingos Oliveira, que ficou oito anos em cartaz, “Policarpo Quaresma” que venceu diversos prêmios e espetáculos do seu repertório junto com Gustavo, como “Catástrofe da Borboleta” que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz na Argentina. Mônica também participou de diversas obras no audiovisual. Nos últimos anos, Mônica também se dedicou à Rádio Roquette Pinto apresentando um programa cultural diário e um outro semanal sobre o teatro carioca. PERVERSA marca sua volta aos palcos.
Gustavo Rocha – autor e diretor
Gustavo tem 25 anos de trabalho e pesquisa como ator, autor e diretor de teatro. Como diretor artístico da Companhia Teatro de Demolição nos últimos 16 anos, criou e encenou 7 espetáculos autorais que circularam pelo Brasil, América Latina e Europa, realizando temporadas, participando de festivais e recebendo inúmeros prêmios.
Ficha Técnica
Atuação: Mônica Bittencourt
Direção: Gustavo Rocha
Dramaturgia: Mônica Bittencourt e Gustavo Rocha
Cenário: Hélvia Bittencourt
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Direção musical: Isadora Medella
Produção: Joana D´Aguiar
Arte Gráfica: Natália Del Neri
Figurino e maquiagem: Diego Nardes
Fotos: Ana Alexandrino/ Bruna Fraga
Assessoria de Imprensa: Adriana Monteiro/Ofício das Letras
SERVIÇO:
Onde: Pequeno Ato Teatro
Rua Dr. Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo – SP, 01220-040
Quando: 01/07 a 16/07
Dia/Hora: sábados e domingos, às 18h.
Classificação: 18 anos
Capacidade: 40 lugares
Gênero: comédia dramática
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 40 inteira/ R$ 20 meia
Instagram: @perversateatro









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