Inexorável que só o tempo precisa ser bem aproveitado, certo?
Acho que agora entendo o real motivo dos jogos retrô fazerem tanto sucesso. Nos primórdios o povo espremia até a saúde pra conseguir produzir um jogo. Imagens de bastidores de produtoras de videogame pela internet confirmam que viviam pela marca e se dedicavam ao extremo a seus projetos. Isso obviamente proporcionou grandes pérolas e clássicos para a posteridade dos games. Mas como havia dito: o tempo não perdoa e com poucos recursos tecnológicos a coisa demorava pra andar na época. Muitas ideias de mecânicas e temáticas incríveis infelizmente ficaram no papel por falta de tempo hábil. Eu mesmo posso imaginar algumas…
“Aí vem o plot”: As produtoras de hoje pelo visto já entenderam também essa loucura toda que acabei de citar pois a cada dia vejo mais jogos com visual retrô mas com malícias e mecânicas extremamente bem exploradas. Quando comecei a jogar o Cecconoid, pra variar, dei aquela torcida de nariz discreta. Fato e relatado que já me equivoquei várias vezes julgando o game pelo gráfico.

E apesar dos scanlines, que prefiro nem comentar, o ambiento quase que por completo monocromático é simples e de alguma maneira facilita a gameplay por ser tudo bem objetivo.
Usando basicamente os dois controles analógicos, ketchup, mostarda e só! O da esquerda move sua nave e o da direita aponta ao mesmo tempo em que atira em 10 eixos divididos igualmente na circunferência da manete.

Não me apeguei a história pra ser franco e, em jogo, a dificuldade é tanta com tudo tão bem calculado que não consigo nem xingar a produtora dizendo que foi bug ou erro de programação.
Jogo a versão de Switch e se você busca um desafio indie pra seu currículo gamer, recomendo fortemente.
Nota: Ótimo – 3.5 de 5 estrelas








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