Em 21 de junho, na grande final de 2008 da etapa brasileira do WCS (World Cosplay Summit), foi anunciado
pelo diretor-executivo da editora JBC o lançamento dos mangás de Nana e de Hellsing.
Nana conta a história de duas meninas de mesmo nome – Nana Osaki e Nana Komatsu – que, mesmo sendo completamente diferentes entre sí, encontram-se em Tóquio e juntas vão realizar seus sonhos. Essa série é considerada uma verdadeira febre mundial por onde quer que passe. Só pra se ter uma idéia, ela tem um dia próprio, o Nana Day – 7 de julho – onde os fãs do mundo inteiro – incluem-se aí EUA, Austrália e Iraque, por exemplo – reúnem-se e promovem eventos comemorativos o dia inteiro!
Curiosidade lingüística: Nana Day, seria traduzível como “Dia 7” se atentarmos a junção do nana (“sete” em japonês) com o inglês day (“dia”).
Hellsing, também um clássico, apresenta-nos um mundo vampírico sombrio e perversso que atormenta a Londres dos dias atuais. Então cabe a agência Hellsing – em homenagem ao seu fundador e personagem homônimo da obra de Bram Stoker – enfrentar tais ameaças contando com um trunfo especial: o vampiro Alucard.
Particularmente eu sou muito fã do animê, onde o clima soturno e de horror é palpável em cada episódio. No mangá, que já tive a oportunidade de ler em japonês, um desnecessário e contraditório clima cômico aparecem em demasia, destruindo o fator sobrenatural do medo.
Bem, esperemos que a qualidade de ambos sejam prioridade e que os preços não sejam exorbitantes, fato muito comum no mercado de mangás trazidos ao Brasil.








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