Festival do Rio: Vida de Balconista

Uma noite de gravação, uma única locação. Um projeto multimídia que começou como “o primeiro longa exibido via celular”, passou pela internet e agora faz escala nos cinemas antes de terminar em DVD (e consequentemente, na locadora…) Com roteiro e direção de Cavi Borges (da icônica locadora Cavídeo) e de Pedro Monteiro, da peça Os…


Uma noite de gravação, uma única locação. Um projeto multimídia que começou como “o primeiro longa exibido via celular”, passou pela internet e agora faz escala nos cinemas antes de terminar em DVD (e consequentemente, na locadora…)

Com roteiro e direção de Cavi Borges (da icônica locadora Cavídeo) e de Pedro Monteiro, da peça Os Ruivos, Vida de Balconista é protagonizado por Mateus Solano (que vive os gêmeos Jorge e Miguel na novela Viver a Vida).

Os 75 minutos do filme acompanham a jornada de Mateus, balconista de uma locadora de vídeo, enquanto casos e acasos da vida atrás de um balcão fazem graça e mostram como nós somos estranhos.

Há clientes indecisos, cinéfilos, anti-sociais, tarados, abusados e trambiqueiros. A infiltração em uma das paredes da loja e o cheiro de mofo que ela causa são outros problemas que o balconista, que sequer dispõe de um horário de almoço, enfrenta. E já que mesmo o salário não é grandes coisas, por que continuar com essa loucura atrás do balcão? Pelos filmes, é claro.

A proposta despretensiosa foi de contar um pouco dos “causos” que pintam quando se trabalha atendendo ao público, mas o acerto está justamente no básico. Com referências ao cinema e seus personagens arquetípicos (tanto das telas quanto dar poltronas), somos agraciados com diversão pura e simples.

Após os créditos, há uma cena adicional feita especialmente para o Festival, mas que eu sinceramente acho que deveria permanecer.


4 respostas para “Festival do Rio: Vida de Balconista”

  1. Um plagio vergonhoso de Clerks (“O Balconista”, em português) de Kevin Smith…

    1. Avatar de Fabricio Longo
      Fabricio Longo

      Plágio? Será que não é melhor pensar que é um sátira ou uma releitura tupiniquim?

      1. Avatar de tatiana lomelino
        tatiana lomelino

        Marcos, vc sabe do que está falando? Vc sabe o q é plágio? “Plágio é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No ato de plágio, o plagiador se apropria indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma.”

        Esta historia q as pessoas têm q inventar algo nunca visto antes NÃO EXISTE.

        “Temos que perder a mania de inovar a qualquer preço, de discordar dos antecessores somente pelo temor de nada dizer de novo” – ARIANO SUASSUNA.

        Em q mundo vc vive?

      2. Pode dizer o que for ainda continuo achando que tem um monte de gente que vai ver e sem saber vai achar o máximo e falar “Uau” como é que ninguem teve essa ideia antes…

        Posso ter usado a palavra errada por conta da definição da mesma que você colocou aqui, mas vc entendeu muito bem o que eu quis dizer.

        E colocar citações de outros não vai mudar o fato de que a minha opinião prevalece. Até a composição da foto é similar a capa do filme americano.

        E já aviso que não iriei continuar esta discussão. Desculpas antecipadamente se isso incomodar alguem (principalmente pessoas envolvidas com o projeto), mas volto a dizer é a minha opinião.

        Se quiserem posso ser imparcial quanto qualquer outros aspectos do filme como um todo. Mas não quanto ao que comentei no início.

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