Amor, Sublime Amor de Spielberg escapa da maldição dos remakes

Quando foi anunciado que Steven Spielberg faria a sua versão de “West Side Story“, ou em português “Amor, Sublime Amor”, o sentimento que emergiu, sobretudo nos fãs do clássico de 1961 foi apreensão. Primeiro porque refazer um clássico é sempre um campo minado. A comparação com o original é inevitável, as mudanças podem não ser…


Quando foi anunciado que Steven Spielberg faria a sua versão de “West Side Story“, ou em português “Amor, Sublime Amor”, o sentimento que emergiu, sobretudo nos fãs do clássico de 1961 foi apreensão. Primeiro porque refazer um clássico é sempre um campo minado. A comparação com o original é inevitável, as mudanças podem não ser bem-vindas. A coisa piora quando se trata de uma história que ainda funciona perfeitamente dentre de seu escopo, não clama por uma atualização. É perfeita da forma como foi concebida. E segundo porque Spielberg nunca dirigiu um musical. Ok, tem a sequência inicial de Indiana Jones e o Templo da Perdição, mas não sei se conta.

É possível dizer que o Midas do cinema de entretenimento colocou a mão em um vespeiro e saiu ileso. A nova adaptação cinematográfica do musical para o teatro de além de não macular o original, ainda lhe presta uma sincera homenagem.

A his


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