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A Rede Social: A história do Facebook

O campo das redes sociais está repleto de programas e sites que agregam as pessoas ao redor do mundo com um interesse em comum: comunicar-se. Pensando nisso, foram criados mensageiros instantâneos e sites de relacionamentos. Cada um deles vive e morre de acordo com a modinha do “verão”. O site de relacionamento da vez é o Facebook[bb]. Tanto é que ganhou uma versão cinematográfica para a sua história e do seu criador, Mark Zuckerberg, em A Rede Social (The Social Network).

Na história em questão, o um jovem nerd de Harvard em meio a conflitos com uma ex-namorada, acaba por ter um série de ideias para unir todos os alunos da Universidade em uma espécie de rede. No entanto, a ideia inicial de fazer uma rede de Harvard (HarvardConnections) foi sugerida pelos gêmeos Winklevoss, pelo qual Mark foi contratado, mas acaba não levando para frente, pois decide investir na sua própria rede. A história gira em torno da criação dela, que no início se chamava The Facebook, e nos processo judiciais sofridos por Zuckerberg acerca da autoria e fundação da rede social mais usada no mundo atualmente.

Mark Zuckerberg é interpretado por Jesse Eisenberg, que consegue criar um personagem nerd e excêntrico sem ficar caricato. O Mark do filme é um cara recluso, com pouquíssimos amigos, sendo o mais próximo Eduardo Saverin, nada bem sucedido com as mulheres, que fala o quê pensa na hora que quer. Quando o assunto é o sexo oposto, Zuckerberger possui uma habilidade nula para manter um conversa sem insultar a moça. Depois de uma dor de cotovelo, Mark resolve se voltar para a programação afim de criar um local virtual para conectar alunos e, quem sabe, conhecer mulheres. Acaba por fazendo sucesso e tendo milhares de amigos que nunca teria na vida real.

Eduardo Saverin, o brasileiro que financiou e co-fundou o Facebook, é interpretado por Andrew Garfiel (o próximo Homem-Aranha). O brilhante estudante de Harvard possui dinheiro disponível para ajudar seu amigo Mark a criar e manter o site de relacionamentos Facebook, no início da criação. Diferente de Zuckerberg, Eduardo possui mais tato e se relaciona bem com as mulheres e ainda é convidado para fazer parte de uma das sociedades secretas da universidade, coisa que Mark sonhava muito em participar. Saverin era o grande amigo de Mark, talvez o único e verdadeiro amigo, até perder grande parte de suas ações do Facebook e processar Zuckerberg para ter uma fatia do lucro da empresa e o reconhecimento como um de seus fundadores.

Justin Timberlake abandona de vez o estigma de ex-integrante de boy band ao dar continuidade a sua carreira de ator. Dessa vez ele interpreta, ironicamente, Sean Parker. Sean é o criador do Napster, ferramenta que mudou a forma como os usuários de internet compartilham músicas na rede e um dos maiores inimigos das gravadoras nos início dos anos 2000. Além disso, Sean também se torna um dos acionistas do Facebook, diz ainda que foi ele quem deu a ideia para Mark retirar o artigo “The” do nome, deixando apenas Facebook.

Para os olhos mais desatentos, a camera rápida de David Fincher (que também dirigiu Clube da Luta) pode deixar algum espectador perdido nas passagens de cena. Ainda mais que vários tempos se passam entre uma cena e outro, na qual você pode estar vendo um dormitório em Harvard. Corta! Você já está em uma sala com vários advogados defendendo seus cliente. Assim, é muito bom ver os vários lados de uma mesma história sem buscar quem é o mocinho ou o vilão.

9 opinaram!

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  1. certamente o fcbk, com 400 milhões de usuários, é mais do q uma "modinha de verão". talvez restem poucas dúvidas de q será superado, mas o fato é q ele está definindo uma interface q será modelo e base pra outras. de qq maneira é uma questão séria q tem repercussões na vida social. ainda não vi o filme mas imagino q deva ser bem desafiador fazer um filme "histórico" enquanto a história ainda se desenrola aos nossos olhos com desdobramentos imprevisíveis…

  2. mas se pode contar o inicio de uma história, não é mesmo? No entanto, eu não coloco minha mao no fogo por nenhuma das novidades seja em redes sociais, tecnologias e etc, pois tudo isso (ao meu ver) serve para ser superado e acaba ficando obsoleto em um (pouco) tempo.

  3. Quando se põe a mediocridade de lado e se decide usar a massa cinzenta,com inspiraçãol do coração a la
    âmpada de aladin liberta o gênio;todavia em uma sociedade onde só se estimula o raciocínio lógico principalmente o axiomático dedutivo,quando muito sem se preocupar com a indução heurística,com a lavágem constante do inconciente coletivo,produzida por govêrnos psico -facistas comtrolando a mente coletiva dos países em desenvolvimento e os abaixo;é uma escravidão psíquica comtrolada pela mídia e algúns currículos universitários alienantes;agradeço a Deus por no meio de toda esse caos induzido haver surgido alguém como o nosso frriend, o Mark

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Publicado por Lívia Jácome

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