Hoje foi o dia dos rumores e confirmações de alguns remakes de alguns bons ou fantásticos filmes dos anos 80/90, vamos a eles:
Primeiro, a Columbia veio com a idéia de lançar uma continuação de Vingador do Futuro (Total Recall) que tinha Arnold Schwarzenegger no papel principal do filme de Paul Verhoven baseado no conto WE CAN REMEMBER IT FOR YOU WHOLESALE de Phillip K. Dick. Agora, ao que consta para o site THR.com, Neal Moritz e sua Original Films estão em negociações finais para regravar o filme original de 1990 com Arnold e Sharon Stone (antes da famosa abertura de pernas) em que um homem, após ter diversos sonhos recorrentes sobre uma viagem a Marte, resolve fazer uma viagem através de implantes de memória, só que após o implante, ele começa a crer que é um agente secreto e deve se dirigir a Marte para desvendar o mistério a respeito de sua identidade.

O segundo remake será de Arthur: Um Milionário Sedutor, que tinha Dudley Moore no papel principal. A notícia aqui nem é se vai ocorrer, mas sim, quando e quem. Segundo o site Variety, Arthur será interpretado pelo comediante inglês Russell Brand (esse besta à direita) e o filme está sendo escrito por Peter Baynham, um dos ex-escritores de Sacha Baron Cohen e o produtor é Larry Brezner, o mesmo do filme original. A Warner está junto na produção e ainda não há uma data de lançamento.
Por fim, eu deixei o pior. A terceira produção em vias de se tornar um remake é, infelizmente, “História Sem Fim”. Segundo o site THR.com, diversas companhias estão tentando conseguir a licença para recontar esta fantástica aventura infantil. Kennedy/Marshall Co. e a Appian Way de Leonardo DiCaprio estão concorrendo pelos direitos, recentemente adquiridos pela Warner, de fazer o remake de um dos mais fantásticos filmes da minha infância.
Para aqueles que não se lembram, essa mesma empresa Apian Way é que é a responsável por fazer a versão live action do anime/mangá “Akira”, bem como a Warner está envolvida no remake de Robocop, dirigido por Paul Verhoven.
É foda ver uma penca de filmes da nossa infância recebendo nova roupagem, mas raramente sendo bem sucedidos em substituir todos aqueles sentimentos que nós tínhamos quando vimos o primeiro filme. Eu por exemplo, quando vejo aquela maldita cena do Pântano da Tristeza em “História Sem Fim”, porra, não dá pra não sentir o coração apertando enquanto o cavalo vai afundando lentamente na lama.
J.R. Dib









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