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Cretino como o universo que retrata, “Aposta Máxima” é apenas esquecível

Justin Timberlake veio ao Brasil para brilhar num dos melhores shows do Rock in Rio 2013 e aproveitou para lançar um filme, entretanto, diferente do show. Essa nova incursão cinematográfica é um tanto apática frente ao tamanho de seu nome, hoje em dia. “Aposta Máxima” marca o retorno de Justin aos cinemas, além de um redescoberto (e novo Batman!!!) Ben Affleck. Trata-se de um trama que fala sobre o submundo (um tanto romantizado, vale dizer) das apostas online, verdadeiros esquemas de jogos de azar.

O longa traz a história do jovem universitário Richie Furst (Timberlake), que descobre uma fraude durante um jogo de cartas online. Com os dados do roubo em mãos, o protagonista segue para Costa Rica, onde está o proprietário do site Ivan Block (Affleck). Admirado com os dados apresentados, o magnata convida o jovem para fazer parte dos negócios. Porém, ao entrar no mundo de jogatina, um submundo de violência, negociatas e subornos, será descoberto.

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O plot é meio sem pé nem cabeça, mas o argumento se sustenta pela (leve) tensão que vai se construindo entre as personalidades dos protagonistas. Mas é só isso. O filme é previsível até dizer chega – o final você adivinha logo que o interesse romântico aparece – mas o carisma dos astros vai fazendo com que nem nos incomodemos que aquela historinha seja tão trapaceira quanto a jogatina que nos mostra…

[xrr rating=2/5]

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