Cantora se torna a primeira artista da era Luminate a liderar nove anos consecutivos em vendas puras nos EUA e consolida 2025 como mais um ano histórico
Taylor Swift acaba de adicionar mais um feito monumental à sua carreira já repleta de conquistas. A cantora se tornou a primeira artista da era Luminate (empresa que coleta dados de vendas e streaming de música, essencial para as paradas da Billboard) a alcançar nove álbuns em primeiro lugar nas vendas anuais nos Estados Unidos, um recorde absoluto que nenhum outro nome da música sequer se aproximou.
O levantamento (via Indie News) considera exclusivamente vendas puras — CDs, vinis e downloads digitais — ao longo de todo o ano, sem incluir números de streaming, o que torna o feito ainda mais impressionante em uma indústria cada vez mais dominada pelo consumo digital.
🏆 Um domínio que ninguém conseguiu repetir
A sequência histórica começou em 2009, com o lançamento de Fearless, que encerrou o ano com 3,217 milhões de cópias vendidas no mercado americano. Desde então, cada um dos nove álbuns de Swift terminou seu respectivo ano como o mais vendido do país, culminando agora com seu trabalho mais recente, The Life of a Showgirl.
Para efeito de comparação, nenhum outro artista alcançou a liderança anual mais de três vezes. Nomes como Adele, com 21 e 25, e Michael Jackson, com o icônico Thriller, chegam perto — mas ainda ficam muito distantes do domínio de nove anos estabelecido por Swift.
O recorde foi divulgado pelo perfil especializado @chartdata e reforça algo que já se tornou evidente: Taylor Swift possui uma capacidade sem precedentes de mobilizar sua base de fãs para compras reais, sustentando sua força comercial mesmo na era do streaming.
🌟 2025: o ano em que Taylor quebrou a própria história
O novo marco chega no mesmo ano em que a cantora lançou seu 12º álbum de estúdio, The Life of a Showgirl, que estreou com mais de 4 milhões de unidades equivalentes, sendo 3,4 milhões apenas em vendas puras — superando o recorde histórico de Adele.
Com turnês esgotadas, domínio absoluto nas paradas e uma legião de fãs que transforma cada lançamento em um evento cultural, Taylor Swift não apenas coleciona recordes — ela redefine os limites da indústria musical.
Além das paradas, 2025 se consolidou como o ano mais avassalador da carreira de Taylor Swift em múltiplas frentes. The Life of a Showgirl não apenas liderou as vendas gerais, como também vendeu 1,2 milhão de cópias em vinil, um número quase impensável no mercado atual e que confirma a força da cantora no formato físico. Ao mesmo tempo, suas músicas dominaram completamente o Billboard Hot 100, ocupando simultaneamente as 12 primeiras posições da parada — um feito inédito na história da indústria fonográfica.
O álbum ainda rendeu a Swift seu 15º número 1 no Billboard 200 e, antes do fim do ano, alcançou a marca de 5x Platina, tornando-se o disco mais certificado de 2025. Esses números não apenas reforçam sua relevância artística, como também demonstram uma estrutura comercial praticamente sem paralelos no entretenimento moderno.
Fora do estúdio e dos palcos, o impacto de Swift também se estendeu ao mundo dos negócios. Em uma das negociações mais comentadas da década, a cantora recomprou os direitos de seus seis primeiros álbuns da Shamrock Capital por um valor estimado em US$ 360 milhões, recuperando integralmente o controle de seu próprio catálogo. Pouco depois, veio outro marco histórico: Taylor Swift tornou-se oficialmente a mulher mais rica da história da música, com patrimônio estimado entre US$ 1,6 e US$ 1,67 bilhão.
E, enquanto acumulava números e títulos, sua vida pessoal também viveu um raro momento de leveza. A Eras Tour entrou para a história como a primeira turnê a ultrapassar US$ 2 bilhões em arrecadação, e seu noivado com o astro da NFL Travis Kelce marcou uma pausa simbólica em um ano de conquistas monumentais — encerrando 2025 como um período de escala, impacto e significado tanto profissional quanto pessoal.








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