Tina Werneck Celebra os Bons Encontros da Vida em “Coisas Incríveis”

Tina Werneck lança “Coisas Incríveis”, obra que une elementos da MPB e do rock suave para celebrar os impactos positivos e as construções pessoais que surgem dos encontros amorosos. O clipe oficial, dirigido por Cavi Borges, é uma homenagem à cena final do clássico do cinema italiano “Cinema Paradiso”, de Giuseppe Tornatore. A própria Tina…


Tina Werneck

Tina Werneck lança “Coisas Incríveis”, obra que une elementos da MPB e do rock suave para celebrar os impactos positivos e as construções pessoais que surgem dos encontros amorosos.

O clipe oficial, dirigido por Cavi Borges, é uma homenagem à cena final do clássico do cinema italiano “Cinema Paradiso”, de Giuseppe Tornatore.

A própria Tina revelou que a ideia para “Coisas Incríveis” surgiu após um doloroso término de relacionamento. Observando detalhes na comunicação e na linguagem corporal de seu parceiro, Tina encontrou motivação para refletir sobre a tristeza e a complexidade das relações amorosas.

A música foi produzida por Guilherme Gê, com Claudio Infante na bateria.

Em suas próprias palavras, Tina Werneck compartilha sua visão: “Escrevi sobre o oposto do que eu vi, projetando para o meu futuro os aspectos que eu vejo como possibilidade de uma relação boa: abertura e confiança. ‘Cada mundo é tão grande, é tão linda cada vida’ e devemos estar conectados com o nosso crescimento individual, em primeiro lugar. Andar com firmeza nos nossos próprios passos, só assim somos capazes de fazer coisas incríveis, sozinhos ou acompanhados.”

A trajetória musical de Tina Werneck é marcada por sua dedicação de longa data à arte. Iniciando sua jornada aos 12 anos, ela aprendeu a tocar Rock’n Roll no violão, posteriormente se dedicou à viola de arco e integra atualmente a Orquestra Sinfônica Nacional como violista. Em 2019, Tina retornou ao violão e ao canto.

Este lançamento é trazido ao público pelo selo Peneira Musical, fundado em 2020 por Elisa Fernandes. O selo tem como missão apoiar, capacitar e tornar sustentáveis as carreiras de artistas LGBTQIAP+, pretos, maiores de 50 anos e periféricos.