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Neil Gaiman fala do Brasil

Gaiman com Curupira

Em entrevista coletiva na Flip (Festival Internacional do Livro de Parati) deste ano, Neil Gaiman teve oportunidade de responder algumas perguntas, o site UOL esteve lá e publicou um artigo que recomendamos, confira abaixo algumas declarações de Gaiman durante o evento.

Sobre o Brasil
“O Brasil foi o primeiro país depois dos Estados Unidos a publicar edições de ‘Sandman’, em 1989, e eram edições maravilhosas, eu tenho os pôsteres delas até hoje no meu banheiro. Foi um ótimo começo de relação”

Faça Você Mesmo
“Quando eu tinha 15 anos, em 1976, o punk me fez ver que você não precisava de milhões de dólares em sintetizadores e um porco inflável gigante para ter uma banda, era só ter as guitarras, uma bateria emprestada e um microfone. Se você quer fazer uma coisa, simplesmente faça, e aprenda com seus erros. Foi isso que o punk me ensinou, e é isso que guia o meu trabalho até hoje. Normalmente, os primeiros esboços que eu faço não são nada bons, eu vou melhorando e fazendo do meu jeito.”

Sobre os scans
“É claro que no meu mundo ideal eu preferiria que as pessoas estivessem comprando ‘Miracleman’ e ajudando a pagar o meu jantar, mas como ela não está disponível em nenhum formato legítimo, fico feliz que estejam baixando”

Cinema
“Se há uma coisa que eu aprendi fazendo filmes é que eles saem quando eles saem, e sempre que saem te deixam surpreso”, afirmou. “Veja o caso de ‘Beowulf’: era para ser um projeto pequeno, de baixo orçamento, uma coisa bem como ‘Em Busca do Cálice Sagrado’ do Monty Python, e nove anos depois de escrevermos o roteiro estamos em uma premiere com Angelina Jolie, Anthony Hopkins e John Malkovich.”

Adaptações de quadrinhos
“Daqui a pouco vão fazer adaptações até do Punho de Ferro. Não sei se dá para apontar algum período em que Hollywood foi especialmente criativa, eles estão sempre com um modelo, já foram as comédias românticas, agora são os heróis de quadrinhos, muito por conta dos efeitos especiais”

Quadrinhos como arte
“Na Inglaterra e nos EUA, essa discussão já foi resolvida quando o Art Spiegelman ganhou um prêmio Pullitzer por ‘Maus’, e depois quando ‘Watchmen’ foi eleita uma das cem maiores obras da literatura pela Time Magazine”

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