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Promoção Ambrosia Ano Um: RPG

Promoção RPG Vampiro Requiem

No dia primeiro de abril, o Ambrosia comemora um ano no ar (e não é mentira), e como alguém que está aqui desde o início só posso dizer o quanto foi legal trabalhar no site durante esse tempo. A sessão de RPG ainda precisa de alguma melhora (por exemplo alguém que escreva sobre D&D), mas tem sido fruto de muitos elogios e muito trabalho de nossa parte. E ainda que seja o nosso aniversário toda equipe concordou que o melhor a fazer para comemorarmos é agraciar os nossos leitores com promoções bem legais, nos maiores setores do portal.

vampirescreenA promoção da área de RPG é bem fácil, tudo o que queremos é que vocês nos enviem uma pequena descrição de um personagem seu de RPG. O que vale aqui é o conceito do personagem, aquele que se mostrar o mais interessante, o mais bem fundamentado leva o prêmio para casa. O conceito não deve ser longo, máximo de duzentas palavras, deve estar escrito em uma linguagem clara e objetiva e deve ser capaz de contar quem o seu personagem é, e o por que dele ser desta maneira. O personagem não precisa estar atrelado a nenhum sistema, mas o vínculo é totalmente permitido (se você quiser criar um anão clérigo, ou um Ventrue da Lancea Sanctum, vá em frente, mas não se esqueça que o conceito deve ir além disso).

Os conceitos de personagem devem ser postados através dos comentários do tópico da promoção até o dia 20 de abril, quando o mesmo será encerrado. A equipe do Ambrosia vai então julgar os pequenos textos apresentado e iremos escolher o nosso preferido. O vencedor irá ganhar um “Escudo do Narrador” de Vampiro: O Réquiem. O resultado da promoção será divulgada no dia 30 de abril.

Para servir de exemplo a promoção irei apresentar um pequeno conceito:

Meu personagem é o Patriarca de uma Guilda Veneziana, Giangallezo Mattoti, um rico mercador inescrupuloso. Ele é um praticamente de Goetia, ou seja, usa a Chave de Salomão para negociar com Demônios em troca de favores. A grande verdade é que ainda que pareça um ente perverso, Giagallezo não se iniciou na Goetia por motivos mesquinhos. Quando mais jovem, se viu apaixonado pela carreira dentro da Igreja, por causa de sua proximidade com a academia em um sentido teórico, para desgosto do pai. Ao fugir de casa e entrar em um seminário, Mattoti incitou tamanha fúria em seu pai que este passou a espancar sua mãe e suas irmãs diariamente, completamente frustrado por seu único herdeiro tê-lo desprezado. Mattoti teve acesso a Goetia através do Index (índice de livros proibidos) de seu Bispo, e aos poucos assimilou a idéia de usa-la para trazer a paz a sua família. De temperamento difícil, Giangallezo acreditou que poderia persuadir um demônio sem maiores riscos, e os preços do mesmo pareciam relativamente baixos. Ele conseguiu trazer a paz a família, se reconciliou com o pai, que passou a aceita-lo e sentiu o perigoso gosto do poder pela primeira vez na sua vida.

A equipe do Ambrosia deseja boa sorte a todos os participantes e também participem das outras promoções.

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12 Comentários

  1. Meu personagem (em verdade um NPC) é o Torre Branca (seu “nome das sombras”), um senhor bem apessoado, do alto de seus 40 anos. Pode ser descrito como um milhonário excêntrico, do ramo do mercado de ações (para o Mundo Caído, ele fez fortuna com a negociação de commodites relacionadas aos produtos derivados de soja, mas para o Arcanum Mundi, alguns lances de mágica foram bastante úteis). Sua personalidade oscila entre uma necessidade de busca de um propósito para os jogos de poder e prestígio entre os Magos do assim chamado “Xadrez Real” (a política dos Despertos Londrinos) e suas aspírações pessoais (ele busca obter o poder para conquistar sua rival e paixão platônica, a Torre Vermelha).

  2. Provavelmente você ja conhece minha historia, mas as um conto sempre é diferente a luz daquele que o viveu. Meu nome é Victor Maxmiliano Rodrigues, Membro da Ordem de Hermes, muitos dizem dizem que Visisonario ou Sonhador. O que talvez seja desconhecido por muitos é que sou um Fati, ou como dizem por ai um mago da fortuna . Logo que despertei e fui aceito como neofito nas fileiras da Ordem de Hermes, atrai a atenção de meu mentor, Angel Ortiega Martinez, um cabalista e antigo membro da capela. Usei de toda minha determinação e inventividade para progredir nos estudos Hermeticos. Meu dom de ver além do veu mundano e minha capacidade de vislumbrar miriades de possibilidades me tornaram um canditado perfeito para Casa Fortunae, sendo assim fui treinado segundo os seus costumes. Todos os dias nos aprofundavamos no proprio tecido quantico do universo, praticavamos o contato com a essencia primordial através das praticas teurgicas, e ainda buscamos as verdades além do tempo. Por praticas tão diversas das demais Casas da Ordem, sempre eramos vistos com desconfiança ou até mesmo como Lunaticos. Ironicamente nosso contato com a essência foi o que nos salvou quando a Capela foi atacada pelos Nephandi, usamos de todo nosso conhecimento para resistir e meu mentor pereceu para que Eu, Ceasar da Casa Flambeau pudessemos trazer os neofitos da Capela até aqui. O resto da historia nos vivemos juntos nesta ultima semana.

  3. Meu personagem é um descendente de chineses que fugiram para a Inglaterra logo depois da revolução.
    Apesar de ter sido educado como um monge taoísta, e isso ter influenciado toda sua vida, se tornou mago ao entrar em contato com o oposto do que acreditava. Entre o que viriam a ser seus inimigos, traduzindo textos chineses de ideias distorcidas sobre sua religião adquiriu uma nova compreensão sobre a realidade. Ainda que siga pelos caminhos que acredita mais corretos, a mácula de seu despertar permanece.
    Nunca tenho exteriorizou seus pensamentos, que o traem com temores sobre o que o futuro trará com a proximidade desses inimigos e mesmo com esses temores ele procura saber sempre mais sobre o assunto, ainda que sempre próximo do limite.

  4. Hoje, Bard é um homem de meia idade que ganha sua vida como artista, tocando pelas boates e bares da cidade. Apesar de parecer um homem comum, Bard não sabe nada sobre si mesmo, quando tomou consciência de si estava internado num sanatório, preso a uma cama. A última lembrança que tem é de um mulher num quarto, segurando sua mão. No sanatório, ele percebeu que podia ler a mente dos outros, e usava essa habilidade para encontrar uma pista, qualquer pista, sobre a misteriosa mulher, mas sempre em segredo. Quando teve alta, usou seu talento musical para entrar em contato com um grande número de pessoas. Já está há tanto tempo em sua busca que começou a entrar em desespero. Da última vez que ‘invadiu’ a mente de alguém, quase matou a pessoa. Apesar de (ainda) não ser um assassino, Bard se pergunta se estaria disposto a matar para obter o que procura.

  5. Futum é um orc das grandes pradarias, localizadas a oeste dos reinos humanos. É considerado um nobre entre os seus, por sangue e por merecimento. Sua coragem e selvageria foram várias vezes demonstradas e testadas em embates com companheiros de tribos e, principalmente, em disputas de honra entre clãs e nas guerras contra humanos e anões. Quando há três invernos atrás sua vila foi atacada por um batalhão humano, o símbolo máximo de sua tribo foi saqueado: “A Cabeça de Nehol”, a representação do seu Deus entalhada em um bloco de rubi, fazendo com que sua linhagem caísse em desonra e desgraça. Não lhe restou alternativa senão partir para as terras humanas.
    Futum é um pária em terras estranhas. Não fala a língua dos humanos, não entende seus costumes, além de desprezá-los pelo que representam para sua tribo. Além disto, é um alvo para todo e qualquer humano em busca de fama e fortuna, pois toda sua raça é inimiga declarada dos reinos humanos. Futum carrega com orgulho o preconceito contra os humanos, mas ao passo que viaja pelos reinos tenta entender o modo de vida humano e suas motivações, comumente questionando-se: será que somente eu sou o selvagem?

  6. Eu sou Chabaca do clã Sandstorm, já fui um grande guerreiro, tive muitas glórias, vivi muitas aventuras e, numa delas, morri. Até hoje sinto aquela nuvem ácida me envolvendo e a dor por todo o meu corpo enquanto minha pele apodrecia. Por um breve instante fiquei ao lado de Morandin, mas meus companheiros me chamaram de volta, me negando o paraíso.
    Contornei muitos de meus antigos preconceitos, até mesmo bebi com alguns elfos, mas nunca deixei de me enfurecer com os orcs que encontrei pelo caminho, apenas um mestiço se provou valoroso o bastante para ter minha amizade.
    Lutei muitas batalhas, cacei praticamente todos os tipos de criaturas, destruí cultos satânicos por onde passava, tentei educar alguns humanos, mas sua pressa em viver os impedia de alcançar a sabedoria de minha raça.
    Mesmo com todas as minhas histórias de glórias e batalhas tenho um grande arrependimento, amei apenas uma mulher, mas não me deixei levar pelos meus sentimentos, era muito novo, acreditava que as aventuras eram mais importantes, me enganei, agora estou velho e sem ninguém ao meu lado, sem nenhum herdeiro para quem passar meu nome e o de meu clã e toda minha história, com todas as minhas vitórias e derrotas, não será lembrada por ninguém.
    Estou no meu inverno e não creio que verei uma próxima estação, no final das contas acabei vivendo como um humano e esqueci de seguir o caminho de minha raça, para minha eterna vergonha, esqueci de ser um anão.