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‘PIAF – Eu não me arrependo’ chega ao Rio de Janeiro após sucesso em São Paulo

PIAF

Musical relembra a trajetória da lendária cantora francesa em superprodução musical protagonizada por Laila Garin

A trajetória de Édith Piaf (1915-1963) é marcada por imenso sucesso, mas também por muitas perdas, tropeços, recomeços, desafios e superações. Uma das maiores vozes do século XX, a cantora francesa eternizou sucessos e transformou em canto e potência criativa toda a sua acidentada biografia.

Com a estreia de PIAF – Eu não me arrependo, no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro, sua história vai ressurgir nos palcos em um espetáculo inédito, com dramaturgia de Newton Moreno e Alessandro Toller, direção de Sergio Módena, Laila Garin no papel-título.

PIAF Ensaio Aberto

O musical é apresentado pela Bradesco Seguros, com apoio da Atlas Schindler, via Lei Federal de Incentivo à Cultura e acompanha a jornada de Piaf desde a infância marcada pela pobreza até a consagração mundial, em um percurso marcado por muitos amores, por seu envolvimento com a resistência francesa e por seus diversos problemas de saúde.

Acompanhada por uma orquestra (com direção musical de Claudia Elizeu) e 12 atores em cena, Laila Garin encara o desafio de dar voz a canções icônicas, como ‘La Vie en Rose’, ‘Hymne à l’Amour’, ‘Padam, Padam’, ‘Milord’ e ‘Non, Je Ne Regrette Rien’.

Responsável por também reviver a célebre voz de Elis Regina em ‘Elis, A Musical’, Laila reprisa a parceria com a Aventura, de Aniela Jordan e Luiz Calainho, produtora de ambos os espetáculos.

‘Contar a história de Piaf em um musical é falar sobre vencer o destino que nos é imposto, mas celebrar a força feminina, a solidariedade e a vida inspiradora de uma mulher que superou todos os desafios e que jamais se arrependeu de suas escolhas’, analisa Aniela Jordan, diretora artística da Aventura.

PIAF Ensaio Aberto

Édith Piaf

Édith Piaf nasceu em Paris em 19 de dezembro de 1915. Criada entre um bordel, uma caravana circense e um bairro de classe trabalhadora, Piaf foi descoberta cantando na rua e iniciou sua carreira em um cabaré na Champs-Elysées.

Em 1935, cantando nas ruas de Pigalle, foi descoberta por Louis Leplée, que a levou para cantar no cabaré de sua propriedade, o Le Gerny’s. Com ele, aprendeu as técnicas de apresentação no palco e foi apelidada de “La Môme Piaf” (pequeno pardal).

Mesmo durante a ocupação da França pelos alemães, na Segunda Guerra Mundial, Piaf continuou cantando. Em 1945, escreveu “Le Vie em Rose”, um dos seus maiores clássicos. Em 1947, fez seu primeiro show nos Estados Unidos.  Em 1948, de volta ao país, conheceu o pugilista Marcel Cerdan, com quem teve um grande romance, mas que terminou com a morte de Marcel em um acidente de avião em 1949. Em sua memória, Piaf gravou a célebre “Hymne à l’amour” e “Mon Dieu”.

Abalada emocionalmente pela morte do companheiro e com fortes dores provocadas pelo reumatismo, Piaf passou a fazer uso da morfina e se entregou ao álcool. Em 1951, sofreu um sério acidente de carro, sendo submetida a várias cirurgias e novas injeções de morfina. Mesmo fragilizada, realizou apresentações memoráveis no Olympia de Paris e no Carnegie Hall de Nova Iorque.

Após um rápido romance com Charles Aznavour e um casamento de quatro anos com Jacques Pills, ela se envolveu com o cantor Georges Moustaki. Em 1958, ao lado dele, Piaf sofreu um grave acidente de carro, que lhe causou um traumatismo craniano e fragilizou de vez sua saúde. Depois de tanta tragédia em sua vida, em 1960, Piaf interpretou “Non, Je Ne Regrette Rien”, que se tornou um de seus maiores sucessos.

Sem condições de retomar a carreira, Piaf se retirou para o sul da França, onde viveu seus últimos dias ao lado de seu marido Theo Sarapo e de sua enfermeira. Edith Piaf faleceu no dia 10 de outubro de 1963.

PIAF Ensaio Aberto

PIAF- EU NÃO ME ARREPENDO 

Newton Moreno e Alessandro Toller – Dramaturgia 

Sergio Módena – Idealização e direção

Cláudia Elizeu – Direção Musical

Alonso Barros – Direção de Movimento e Coreografia

André Cortez – Cenografia

Karen Brusttolin – Figurino

Feliciano San Roman – Desenho de Visagismo, Cabelos e Perucas

Keila Santos – Desenho de Maquiagem

Wagner Antônio – Desenho de Luz

Gabriel D’Angelo – Desenho de Som

Gustavo Wabner – Diretor Assistente

Rafael Michalichem – Assistente de Direção

Elenco por Marcela Altberg

Bianca Caruso – Direção de Produção

Aniela Jordan – Direção Artística e Produção Geral

Luiz Calainho – Direção de Negócios e Marketing

Com Laila Garin (Piaf), Luísa Vianna (Piaf alternante / Coro), Bernardo Berro (Louis Leplée / Charles Dumont), Bruna Pazinato (Marlene Dietrich / Marguerite), Claudio Lins (Jean Cocteau / General Wetcher), Erika Riba (Dedée / Santa Teresa), Gabriel Vicente (Louis Gassion / Jornalista – 1º ato / Jacques Pills / Théo Sarapo), Leonardo Ventura (Raymond Asso / Nazista / Bourgeat), Luciana Ramanzini (Momone / Marianne Michel), Martina Blink (Marianne Michel / Marie Dubas / Simone / Mãe de Piaf), Patrick Amstalden (Marcel Cerdan / Bruno Coquatrix / Policial / Médico), Thiago Marinho (Louis Dupont / Mitty Goldin / Loulou), Bruno Ospedal (Coro / Pianista / Jornalista – 2º ato), Carol Lippi (Coro), Shantala Marthins (Coro), Vitor Veiga (Coro) e Vinicius Cosant (Swing).


De 10 de outubro a 1 de novembro – Teatro Riachuelo (RJ)

Quintas e sextas, às 20h. Sábados, às 16h e 20h. Domingos, às 15h.
Ingressos (1º lote) de R$ 50 a R$ 300

Classificação indicativa: 12 anos.

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