City Hunter nasceu em 1990 no PC Engine, baseado no mangá de Tsukasa Hojo, e ficou décadas sem sair do Japão. Em 26 de fevereiro de 2026 ganhou versão para Switch, publicada pela Clouded Leopard Entertainment, com a Red Art Games na parte ocidental, por US$ 24,99. Vem com modo Enhanced, que corrige bugs e lag, modo Hard, save state, rewind, filtro CRT, galeria de artes do anime e player de música.
Achei maneiro, mas deve ter sido mais modinha na época, porque envelheceu mal. Mesmo pra um jogo retrô, aquela cara de Shinobi de Master System persiste. Foi divertido até, mas não zeraria nem revisitaria.
A crítica concorda com o meu desânimo. No OpenCritic a média ficou em 61, com 30 análises. O COGconnected deu 55 e elogiou o polimento, mas achou as fases parecidas e o jogo curto. O Pure Nintendo e o Retro 101 deram 5/10. A nota mais alta que vi foi 8/10, do PS4Blog.
Pra fã do mangá ou curioso de PC Engine, pode valer. Pra mim, passo.












