Games

Sexo da nova chefe do Xbox incomoda jogadores =/

Pois é, não é somente no Brasil que a ignorância atinge níveis cabulosos… Após a Microsoft anunciar que Julie Larson-Green é a nova presidente do Xbox, jogadores mais participativos – para não dizer pior – começaram a utilizar a internet – pasmem – para atacar a escolha de uma mulher para liderar a nova geração de games e entretenimento da empresa.

E olha que Julie Larson-Green possui nada menos que dezenove anos de experiência profissional, além de ter chefiado com elogios a divisão Windows da Microsoft no melhor momento da empresa desde o século passado. Julie assumiu o cargo deixado por Don Mattrick, que após queimar seu filme com todas restrições que a Microsoft quer colocar no Xbox One, se retirou para chefia a Zynga (CityVille, FarmVille).

A nova CEO do Xbox ascendeu na empresa após chefiar a reformulação do Office 2007, sendo transferida para liderar o departamento do Windows após o fracasso do Vista. Julie foi peça fundamental na revitalização do sistema operacional com o Windows 7 e recentemente do Windows 8, que trouxeram de volta o prestígio para a marca.

Mas claro que nada disto importa para as centenas de pessoas que estão tripudiando a escolha de uma mulher para chefiar a plataforma de games da empresa, ainda mais com todo anonimato que a internet ainda oferece. Também não importa nada para essa gente saber que atualmente as mulheres respondem por 45% do mercado consumidor de games.

Felizmente para a maior parte das pessoas que curtem videogames a Microsoft deve ignorar os trolls que entendem menos de mulher que Julie Larson-Green de games, e assim quem sabe a nova presidenta consegue salvar a nova geração da empresa do desastre pré-anunciado =D

Fontes: Mashable, Polygon, Digital Trends.

 

Deixe um comentário

Sugeridos
Winged crédito Druzina Content (4)
AgendaGames

‘Winged’ fica gratuito para Android e iOS por tempo limitado

“Winged” é um jogo de plataforma que combina ação, aventura e literatura...

The Holy Gosh Darn
CríticasGames

The Holy Gosh Darn: o roteiro salva o céu

Confesso que não me motivo muito com jogos sem muita mecânica de...

Voidwrought
CríticasGames

Voidwrought: faz o óbvio melhor que todo mundo

Às vezes basta fazer o óbvio melhor do que todo mundo, e...

The Royal Writ
CríticasGames

The Royal Writ: bonito, polido e cheio de regra

Deckbuilder roguelike virou quase um gênero de prateleira própria depois de Slay...

The Stairwell
CríticasGames

The Stairwell: sustos gratuitos na escadaria infinita

Os jogos de “loop de anomalias” no estilo The Exit 8 viraram...

R Type Dimensions III
CríticasGames

R-Type Dimensions III: renomado, bonito em pixel art ou não

Tem franquia que dispensa apresentação, e R-Type é uma delas. R-Type Dimensions...

Realm of Ink
CríticasGames

Realm of Ink: Em nanquim com um pet pra chamar de seu

Não dá pra falar de Realm of Ink sem lembrar de Hades....

Desert Race Adventures
CríticasGames

Desert Race Adventures: bonito de ver, morno de jogar

Desert Race Adventures é daqueles jogos de corrida em que quase não...

Wlrh6mo1wusom35bnnq3
CríticasGames

Blades & Battles: o Brasil sabe distribuir porrada

Tenho uma teoria: o Brasil é uma das maiores potências dos games,...

45501d63edccb559a903d7ed697a4b4dbee5ac0ab90ac362e243eab971cdfc54
CríticasGames

Heroes of Mount Dragon: competente, mas o repertório de golpes deixa a desejar

Beat ‘em up de rolagem lateral nunca sai de moda, e Heroes...

E304db077bc8cea27c3cf049d36c193f6f87d6889219811637db5a877d2dc0d3
CríticasGames

NetherWorld: humor ácido, mas a água-viva anda devagar demais

Nem todo jogo indie quer agradar todo mundo, e NetherWorld deixa isso...