Roguelike de plataforma vive daquela vontade de tentar só mais uma vez, e Pit Panic aposta nisso com uma premissa bem direta. É o primeiro jogo original da Flying Rat Studio, de Praga, na República Tcheca, estúdio que até então trabalhava mais portando e testando jogos de outras empresas. Saiu em 21 de julho de 2026 no Switch e no Switch 2, além de PC, PS5 e Xbox.
Você é um arqueólogo preso num templo asteca que está afundando e precisa subir antes que tudo desabe. A ferramenta principal é um gancho que cava blocos, balança o personagem e puxa objetos, com areia que vira vidro e gelatina que pega fogo pelo caminho. São quatro biomas e mais de mil salas feitas à mão, embaralhadas a cada partida, além de editor de fases e desafios diários. No Switch 2, uma atualização ainda liberou o Joy-Con 2 como mouse.
É bonito, é bacana, bem fluido e divertido de jogar. Facilmente se pega a manha dos ganchos, que são bem intuitivos. Confesso que achei um pouco infantil demais pro meu paladar, mas me diverti sem precisar de intensidade.
A crítica gostou. O Nindie Spotlight deu 78 na versão de Switch e comparou o jogo a uma ponte entre Boulder Dash e Spelunky. O Press Play News deu 7,6 no PS5, elogiou o quanto o gancho rende e o acabamento geral, mas avisou que, nos piores momentos, a dificuldade beira o jogo de raiva. O XPN Network, no Xbox, também apontou a movimentação com o gancho como o grande trunfo.
Pit Panic é pra quem quer um plataforma colorido e fácil de pegar, e certeza que sua prole vai curtir também. Custa US$ 14,99 na eShop americana.




















