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Resenha: GTA IV

Nada melhor que revisar um jogo que a internet toda está considerando o mais realista de toda a franquia, bem como, de longe, o melhor em termos de gráficos, som, jogabilidade, inovação e história. Sites como IGN e Gamespot deram nota máxima para o jogo e eu me vi na obrigação de arranjar alguma desculpa para não dar dez para esse jogo, afinal, eu seria um maria vai com as outras se eu o fizesse. Ou não?
Comecemos pela história. Nico Bellic é um cara que vem em um navio, como tantos outros emigrantes, para Nova Iorque, ou melhor, Liberty City visitar seu primo que dizia morar em uma mansão e tinha um carrão. Roman, seu primo é dono de uma firma de taxis e está mais pobre do que nunca. A máfia russa domina sua região e estorque ele, sem dizer que sua namorada estava saindo com um desses mafiosos, mas isso é um pouco depois que começa o jogo.

Desde o início o jogo já diz para o que veio. Gráficos fantásticos, som de primeira e um engine de realidade que eu jamais vi em lugar algum. Bata o carro e ele amassa em um ponto específico e não toma uma forma deformada pré determinada como em outros jogos. Se você entrar numa briga, um soco bem dado acaba com ela, senão você precisa de diversos socos para derrubar o oponente. Vidros que se estilhaçam, sirenes que após sofrerem danos mudam de barulho, realidade ao extremo.
Até mesmo sua primeira namorada, Michelle, demonstra personalidade ao dizer que vocês já foram em tal lugar se você repetir o programa com ela, isso sem falar que é só chegar de carrão na casa dela que ela fica toda toda com você. Ahh, mudar de roupa antes de um encontro é sempre importante.

A dirigibilidade dos carros mudou e muito. Além de um sistema de danos mais extensivo em que os carros aguentam muito mais pancadas antes de explodir (e como as explosões melhoraram!!), o uso do freio e freio de mão são importantíssimos numa fuga ou perseguição, especialmente porque a polícia resolveu aprender a dirigir e usar táticas, isso ao ponto deles usarem diversas viaturas e tentarem te cercar aonde você estiver.
Pegando um carro velho, os freios estão desgastados e o controle é pior. Carros novos tendem a ser melhor de dirigir (com as diversas variações, óbvio) e o mais legal/imbecil é que pegando os carros mais chiques, o computador de bordo vai te dirigindo até as missões dizendo, em tantos metros, vire a esquerda. Deve ter um botão que desabilita isso, chega a dar raiva usar um carro de familia para as missões.
As missões por si só já valem o jogo. Muita variedade de coisas para fazer e graças a deus, com mil e uma maneiras de fazer elas. Óbvio que no começo é um tanto quanto restrito isso, mas chega um ponto que suas decisões nas missões vão influir na sua personalidade e o jeito que você trata as pessoas.

Prostibulos, cabarés, lava rápidos, bares, restarurantes, lanchonetes e até vendedores de cachorro quente, tem de tudo em Liberty City. Bares são divertidos de ir, porque você sai de lá totalmente bêbado, a tela fica tonta com você e dirigir carros em alta velocidade é pedir para morrer.
Isso tudo que eu falei é a parte muito foda, agora eu vou falar da parte ultra foda: Os gráficos e o som. A cidade é viva, cheia de coisas a fazer, portas escondidas, vendedores de arma, traficantes e condomínios de luxo. Os detalhes da produção chamam demais a atenção, especialmente quando se trata de algo que os fãs reclamavam um pouco antigamente: Os carregamentos de tela.
Quando se andava por Vice City ou San Andreas, percebia-se que a cidade ia carregando conforme se andava, em Liberty City do GTA IV isso nunca acontece. Iniciado o jogo, você só irá ter uma tela de carregamento quando se inicia uma missão ou se estipula um diálogo especial. Para se ter uma idéia, mesmo para entrar e sair de prédios, não se carrega o jogo, tudo já está pronto para ser usado.

Os sons, como já comentei, são de uma cidade grande, carros, trens, pessoas, tiros, tudo ocorrendo a sua volta e um som 5.1 ajuda e muito essa sensação. As rádios são um show a parte com músicas atuais, jazz, rock, eletrônica, ambiente, debates, funk, soul, reggae, ska, etc.
O uso do celular de Nico é praticamente uma obrigação, especialmente que através dele você poderá acessar missões, chamar seus amigos para jogar ou beber, sair com a namorada para um café morno ou simplesmente bater um papo e iniciar um multiplayer com os amigos via XBox Live.
Não tive acesso aos modos multiplayer, mas como já disse no especial que postei semana passada aqui no Ambrosia, são 15 modos multiplayer e um mais louco que o outro.
GTA IV merece medalha de ouro em todas as categorias e tirando um mínimo problema de renderização que ocorreu em dado momento do jogo, é um jogo perfeito e com certeza pode-se recomendar ele para todos aqueles com sede de sangue, doideira e muita liberdade para se fazer o que bem entender em um jogo.

Imagens: IGN

  • o engraçado é que até o erros que eu vi no jogo são legais…
    quando eu joguei ele na casa de um amigo, sem querer pulei pra cima de um muro, o nico ficou lá levitando…foi algo totalmente Matrix auha achei fantastico =p

  • tu e doidoooooo e muito massa esse jogo,eu tenho aqui em casa.Um dia eu tava fazendo uma missao,sem querer,eu entrei num tiroteio da policia com o traficante e atirei no traficante e depois na policia e fui perseguido com um monte de estrelas

  • Im not going to say what everyone else has already said, but I do want to comment on your knowledge of the topic. Youre truly well-informed. I cant believe how much of this I just wasnt aware of. Thank you for bringing more information to this topic for me. Im truly grateful and really impressed.

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