Há 72 anos, Miles Davis reinventava o jazz com “Dig”

Miles Davis, um dos músicos de jazz mais incríveis e influentes de todos os tempos, gravou seu álbum “Dig” em 5 de outubro de 1951. O álbum foi a primeira sessão de gravação de Miles Davis depois que ele se afastou do som cool jazz em que foi pioneiro com suas sessões de Birth of the Cool em 1949 e 1950. Em vez disso, ele explorou o hard bop no início dos anos 1950.

Antes de mais nada, dê o play nesta maravilha:

https://www.youtube.com/playlist?list=PL0q2VleZJVEkilZjQIOoYR2y8c-jq8Ia9

“Dig” também foi a estreia do saxofonista Jackie McLean na gravação de jazz e uma das primeiras gravações de Sonny Rollins (também no sax), dois homens se tornariam vozes importantes no jazz.

O álbum traz sete faixas, incluindo “Dig”, “It’s Only a Paper Moon”, “Denial”, “Bluing”, “Out of the Blue”, “My Old Flame” e “Conception”. O álbum original foi lançado no formato LP de 12 polegadas em 1956 com duração total de 34:45 minutos. Posteriormente, foi relançado como Diggin’, com uma capa diferente.

O álbum “Dig” de Miles Davis é um trabalho fundamental na trajetória do artista, mostrando sua transição do cool jazz para o hard bop e mostrando ao mundo que Miles nunca se acomodaria no seu sucesso, sempre buscando inovar e se reinventar. Com Walter Bishop no piano, Tommy Potter no baixo e o lendário Art Blakey na bateria, apresenta alguns dos músicos mais talentosos da história do jazz e recebeu elogios da crítica por seu som inovador. É uma música obrigatória para qualquer fã de música.

O álbum foi lançado pela Prestige Records em janeiro de 1956 com as faixas de uma sessão no Apex Studios, em Nova York, em 5 de outubro de 1951.

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