Games

Guitar Hero Metallica é animal!!!

Uma das maiores bandas de Heavy Metal da história, um dos grupos mais odiados pelos antigos usuários do Napster e pessoas que baixam música pela internet. Muitos amam, outros odeiam, mas ninguém pode negar a importância da banda para a história da música.

SWEDEN METALLICA

De qualquer forma, os fãs da franquia Guitar Hero e Rock Band sempre sonharam em poder tocar as melhores músicas do Metallica desde a primeira edição de Guitar Hero. Desde então ambos os jogos ganharam algumas músicas do Metallica como “One”, “Battery” e “Ride The Lightning”, porém nunca houve um jogo exclusivo da banda. Pois bem, o dia da redenção chegou e desde o dia 29 de março de 2009 já está nas lojas o jogo Guitar Hero Metallica. Eu liguei meu XBox 360, pluguei minha guitarra e aumentei muito o volume da televisão.

O jogo já começa de forma alucinante com “For Whom The Bell Tolls” e “Unforgiven” em um encore (bis). Logo após isso, começa a possibilidade de criar um personagem e seguir carreira como uma banda de abertura do Metallica enquanto o jogo passa por locações famosas para os fãs da banda como o Aeroporto na Rússia que em 1991 foi efetuado o festival Monsters of Rock e que o público sumia de vista (estimados 1 milhão de pessoas).

A jogabilidade é perfeita, talvez a melhor de todos os Guitar Heroes. O problema é que estamos falando de Metallica e para aqueles que não são fãs, mas curtem o jogo, preparem-se pois estamos falando dos pais do Speed Metal e do Hard Rock, ou seja, som pesado e em velocidades excessiva em alguns momentos. Basta pegar o vídeo dos loucos que tocam “One” no Expert para ver que o solo de guitarra é o caos na tela.

Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a abertura, talvez uma das maiores homenagens que a banda recebeu e deu aos fãs.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=7X0SBf06-fs[/youtube]

Simples e direta, com todas as capas das discos da banda. Uma coisa que se percebe é que Guitar Hero está tentando chegar no patamar que Rock Band chegou, ou seja, um jogo para todos poderem tocar e ouvir suas musicas favoritas, só que é assim, se você não for fã de Metallica, mantenha distância deste jogo porque simplesmente se ouvirá Metallica e bandas que o Metallica respeita e gosta, nada mais. Um dos cheats do jogo destrava uma modalidade chamada drum over mode que simplesmente a bateria pode ser tocada livremente, totalmente improvisada, uma delícia para quem não quer ficar sofrendo com a bateria de Lars Ulrich.

O setlist está abaixo:

Metallica

• All Nightmare Long
• Battery
• Creeping Death
• Disposable Heroes
• Dyers Eve
• Enter Sandman
• Fade To Black
• Fight Fire With Fire
• For Whom The Bell Tolls
• Frantic
• Fuel
• Hit The Lights
• King Nothing
• Master of Puppets
• Mercyful Fate (Medley)
• No Leaf Clover (Live)
• Nothing Else Matters
• One
• Orion
• Sad But True
• Seek And Destroy
• The Memory Remains
• The Shortest Straw
• The Thing That Should Not Be
• The Unforgiven
• Welcome Home (Sanitarium)
• Wherever I May Roam
• Whiplash

Guest Acts

• Alice In Chains — “No Excuses”
• Bob Seger and the Silver Bullet Band — “Turn The Page (Live)”
• Corrosion of Conformity — “Albatross”
• Diamond Head — “Am I Evil?”
• Foo Fighters — “Stacked Actors”
• Judas Priest — “Hell Bent For Leather”
• Kyuss — “Demon Cleaner”
• Lynyrd Skynyrd — “Tuesday’s Gone”
• Machine Head — “Beautiful Mourning”
• Mastodon — “Blood And Thunder”
• Mercyful Fate — “Evil”
• Michael Schenker Group — “Armed and Ready”
• Motorhead — “Ace of Spades”
• Queen — “Stone Cold Crazy”
• Samhain — “Mother of Mercy”
• Slayer — “War Ensemble”
• Social Distortion — “Mommy’s Little Monster (Live)”
• Suicidal Tendencies — “War Inside My Head”
• The Sword — “Black River”
• System of a Down — “Toxicity”
• Thin Lizzy — “The Boys Are Back in Town”

Uma curiosidade é que “Ace of Spades” do Motorhead simplesmente apareceu no primeiro Guitar Hero, em Rock Band 2 e agora novamente em Guitar Hero: Metallica. Uma das coisas que pode deixar os fãs irritados é a ausência de personagens jogáveis de Cliff Burton e Jason Newsted, ex baixistas da banda, talvez o pior erro dos programadores e da banda. Mas isso não afeta em nada àqueles que querem jogar com as músicas desta banda fantástica.

Agora, só basta dizer uma coisa:

Master!!! Master!!!

J.R. Dib

Deixe um comentário

Sugeridos
Image
EsportesEtc.Games

Estatísticas de todos os Majors de CS2 e previsão para o próximo torneio

Cinco Majors, quatro campeões diferentes e uma equipe que chegou a três...

Roblox eleicoes
GamesNotíciasTecnologia

A eleição virou jogo: como o Roblox se tornou o novo palco da política no Brasil

Às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, comícios virtuais,...

Thunder Hoop Collection (QUByte Classics)
CríticasGames

Thunder Hoop Collection: o segundo conserta o que o primeiro estragou

A QUByte Classics juntou dois arcades da Gaelco na Thunder Hoop Collection:...

5b1aad8eff4579d3ed29f194435f3f49f629f6c64373b368cb390473a6029a9e
CríticasGames

Apidya’ Special: a abelha morre, a voz repete e a paciência acaba

Apidya’ Special é a refeitura de um shmup do Amiga lançado em...

Froggy Hates Snow
CríticasGames

Froggy Hates Snow quase frita o “Switão” em nome da diversão.

Um sapo, um deserto congelado e uma bolha de calor da qual...

Manairons
CríticasGames

Manairons e sua falta de “Tompêrro”

Manairons é um platformer 3D de ação que bebe do folclore catalão...

Kitchen Wars
CríticasGames

Kitchen Wars: o restaurante pega fogo, mas o cardápio é curto

Overcooked e Moving Out ensinaram muita gente a gritar com os amigos...

City Hunter
CríticasGames

City Hunter: divertido e mal maturado.

City Hunter nasceu em 1990 no PC Engine, baseado no mangá de...

Winged crédito Druzina Content (4)
AgendaGames

‘Winged’ fica gratuito para Android e iOS por tempo limitado

“Winged” é um jogo de plataforma que combina ação, aventura e literatura...

The Holy Gosh Darn
CríticasGames

The Holy Gosh Darn: o roteiro salva o céu

Confesso que não me motivo muito com jogos sem muita mecânica de...

Voidwrought
CríticasGames

Voidwrought: faz o óbvio melhor que todo mundo

Às vezes basta fazer o óbvio melhor do que todo mundo, e...

The Royal Writ
CríticasGames

The Royal Writ: bonito, polido e cheio de regra

Deckbuilder roguelike virou quase um gênero de prateleira própria depois de Slay...

The Stairwell
CríticasGames

The Stairwell: sustos gratuitos na escadaria infinita

Os jogos de “loop de anomalias” no estilo The Exit 8 viraram...

R Type Dimensions III
CríticasGames

R-Type Dimensions III: renomado, bonito em pixel art ou não

Tem franquia que dispensa apresentação, e R-Type é uma delas. R-Type Dimensions...

Realm of Ink
CríticasGames

Realm of Ink: Em nanquim com um pet pra chamar de seu

Não dá pra falar de Realm of Ink sem lembrar de Hades....

Desert Race Adventures
CríticasGames

Desert Race Adventures: bonito de ver, morno de jogar

Desert Race Adventures é daqueles jogos de corrida em que quase não...

Wlrh6mo1wusom35bnnq3
CríticasGames

Blades & Battles: o Brasil sabe distribuir porrada

Tenho uma teoria: o Brasil é uma das maiores potências dos games,...

45501d63edccb559a903d7ed697a4b4dbee5ac0ab90ac362e243eab971cdfc54
CríticasGames

Heroes of Mount Dragon: competente, mas o repertório de golpes deixa a desejar

Beat ‘em up de rolagem lateral nunca sai de moda, e Heroes...

E304db077bc8cea27c3cf049d36c193f6f87d6889219811637db5a877d2dc0d3
CríticasGames

NetherWorld: humor ácido, mas a água-viva anda devagar demais

Nem todo jogo indie quer agradar todo mundo, e NetherWorld deixa isso...