Star Trek: Discovery renova a franquia sendo reverente aos seus antecessores

Passada dez anos antes da série clássica que consagrou a tripulação comandada por James T.Kirk, Star Trek: Discovery, nova produção da CBS (aqui no Brasil distribuída pela Netflix) injeta um novo frescor na franquia criada por Gene Roddenberry em 1966 depois de um hiato de onze anos sem uma série para a TV.

A sexta etapa do cânone traz a tripulação da nave USS Shenzou, comandada pela Capitã Philippa Georgiu (Michelle Yeoh), a Primeira-Imediato Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), que é a primeira humana a passar pelos testes da Academia de Ciências de Vulcano, e Saru (Doug Jones), um Oficial de Ciências kelpien, a nova raça alienígena apresentada na série. Os primeiros episódios já percebemos uma relação entre esses dois últimos personagens, em uma dinâmica que lembra um pouco a de Spock e McCoy da série original. Enquanto Burnham é logica e corajosa, Saru é um cientista mais conservador, devido a formação da sua raça que sempre foi a presa no seu planeta.

A abertura usa o tema clássico da franquia, sem se utilizar de voz em off, comum do seriado, utilizando-se de desenhos estilizados que mostram objetos icônicos como o comunicador. Uma grata homenagem. Bonito e bem realizado.

Nessa série, será mostrado a reunião das 24 casas do Império Klingon contra a Federação dos Planetas Unidos, em um momento em que essa raça não era vista fazia 100 anos. O design dos klingons é muito bem realizado mostrando, inclusive, as diferenças entre eles mesmos, estratificando suas classes. Importante salientar que eles falam o seu idioma original o tempo todo, algo que na maioria dos filmes e séries os atores falam algumas poucas palavras e logo passam para o inglês. Inclusive, a Netflix disponibilizou legendas em klingon, além do português, do inglês e do espanhol, para o espectador que for “fluente” no idioma.

Star Trek: Discovery irá agradar aos velhos fãs da franquia, pois terá um respeito a franquia e com possibilidades de ter alguns personagens que apareceram na série original, devido à proximidade temporal entre elas. E irá agradar aqueles que gostaram dos filmes recentes produzidos por J.J.Abrams, por ter um pouco mais de ação e dinamismo. Aliás, é possível perceber que esses primeiros episódios se utilizam da marca visual do diretor, o famigerado flare.

Série: Star Trek Discovery
Criadores: Bryan Fuller e Alex Kurtzman
Elenco: Michelle Yeoh, Sonequa Martin-Green, Doug Jones
Gênero: Ficção Científica
País: EUA                          
Temporada: 1
Data de estreia: 25 de setembro de 2017
Emissora: CBS
Duração: 50 min

Chef italiano é demitido após se recusar a colocar abacaxi na pizza

Um chef italiano foi demitido de um restaurante em...

Cristiano Mascaro apresenta fotografias de cidades brasileiras e estrangeiras na Biblioteca Brasiliana

Cidades brasileiras e estrangeiras se encontram em Exit non exit, exposição de Cristiano Mascaro na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na USP. Com curadoria de Luiz Armando Bagolin, a mostra reúne 40 fotografias em preto e branco que investigam a arquitetura e os modos de ocupar os espaços. A visitação é gratuita, até 16 de dezembro, com apoio cultural da DAN Galeria

Filme sobre o cotidiano Guarani Mbya na Aldeia Rio Silveira será exibido em Los Angeles

Documentário paulista 'Teko Porã' ganha o mundo: filme sobre aldeia Guarani no litoral de SP é selecionado para festival internacional em Los Angeles

Mú Carvalho expõe a alquimia d’A Cor do Som em entrevista à Ambrosia

Em conversa com o site sobre as cinco décadas...

Festival Internacional de Piano do Rio de Janeiro 2026

Há 17 anos dedicado à valorização e ao reconhecimento...
Passada dez anos antes da série clássica que consagrou a tripulação comandada por James T.Kirk, Star Trek: Discovery, nova produção da CBS (aqui no Brasil distribuída pela Netflix) injeta um novo frescor na franquia criada por Gene Roddenberry em 1966 depois de um hiato de...Star Trek: Discovery renova a franquia sendo reverente aos seus antecessores