3004212001 velozes e furiosos 7 segue no topo da bilheteria nos eua
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Crítica: “Velozes e Furiosos 7” mostra que franquia ainda tem força para divertir

Quando foi lançado em 2013, “Velozes e Furiosos 6” surpreendeu muita gente por ser uma sequência bem superior às outras já lançadas, por suas ótimas cenas de ação, algumas boas piadas e os belíssimos carros apresentados na trama, além de uma cena no final dos créditos, que relaciona a morte de um de um dos personagens (que aconteceu na terceira parte) ao surgimento de um novo e misterioso vilão, que já criou expectativas para assistir ao sétimo filme.

Porém, algo que ninguém esperava é que, durante as filmagens, um de seus astros, Paul Walker, morreria de forma trágica após um acidente de carro em novembro daquele ano. Após um período de dúvidas e tristezas pela perda do ator, todos os envolvidos decidiram continuar com o projeto, em homenagem a Walker. Assim, quase dois anos depois, chega às telas “Velozes e Furiosos 7” (“Furious 7”), que consegue a proeza de não decepcionar aos fãs da série, além de fazer um ótimo trabalho para manter Walker essencial para a trama, graças a uma boa edição e o bom uso de efeitos especiais e dublês.

Após os eventos ocorridos em “Velozes e Furiosos 6”, Dominic Toretto (Vin Diesel) e seus amigos voltam para aos Estados Unidos e tentam se readaptar a uma vida normal e dentro da lei, após serem anistiados. Mas logo, os problemas voltam na forma de Deckard Shaw (Jason Statham), um mercenário e assassino profissional que é irmão de Owen Shaw (Luke Evans), derrotado pela equipe de Toretto no filme anterior. Disposto a se vingar, Deckard mata Han (Sung Kang) em Tóquio (que remete à sequência vista após os créditos do sexto filme) e explode a casa onde Dom mora com a irmã Mia (Jordana Brewster), Brian (Paul Walker) e Jack, o pequeno filho dos dois. Não satisfeito, ele parte para cima do agente Hobbs (Dwayne Johnson), que acaba sendo hospitalizado. Para impedir que Shaw consiga matar mais entes queridos, Dom se alia a um agente da CIA que se autointitula Sr. Ninguém (Kurt Russell). Ele, então, pede que o marombado motorista resgate um dispositivo chamado “Olho de Deus”, que permite localizar qualquer pessoa onde quer que ela esteja, assim como Ramsey (Nathalie Emmanuel) a hacker criadora do aparelho, que foi sequestrada pelo terrorista internacional Mosi Jakande (Djimon Hounson). Se a missão for bem sucedida, Dom poderá usar essa tecnologia para encontrar Deckard e acertar as contas com ele de uma vez por todas.

Um dos elementos divertidos dos últimos filmes da série é ver o que seus realizadores fizeram para superar o que foi mostrado nas aventuras anteriores. Felizmente, “Velozes e Furiosos 7” possui várias cenas de ação que vão levar os fãs ao delírio, como a sequência em que Dom e seus amigos saltam de um avião com seus carros (que possuem paraquedas) para chegar a uma estrada nas montanhas do Azerbaijão. Outra que merece destaque é quando Toretto e sua equipe invadem as Eithad Towers, em Abu Dhabi, e termina com os dois protagonistas fugindo dentro de um Lykan Hypersport, um carro tão raro e veloz, que só existem apenas sete deles em todo o mundo. A cena é tão alucinante e engraçada que dá para perdoar a sua inverossimilhança. Pontos para o diretor James Wan, mais conhecido por seu trabalho em filmes de terror, como “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal” (que deve ganhar uma continuação). O cineasta não se mostra intimidado com a grandiosidade da produção e entrega tudo o que agradou os fãs da franquia, assim como o seu antecessor, Justin Lin. A única coisa a se observar é que o roteiro, mais uma vez nas mãos de Chris Morgan, repete algumas situações já vistas anteriormente, como o confronto da personagem Letty (Michelle Rodriguez) com uma mulher boa de briga. Se na parte 6, ela encarava a agente interpretada por Gia Carano, agora a namorada de Dom sai no braço com Kara, da guarda de elite de Abu Dhabi, que é vivida pela lutadora de UFC, Ronda Rousey. O déja-vu é inevitável, mas a diversão ainda assim está garantida.

No elenco, não há, mais uma vez, grandes destaques. Mas pelo menos Jason Statham se mostra um vilão bem mais interessante e ameaçador do que o seu “irmão” Luke Evans. Já Djimon Hounson não tem muito o que fazer com seu personagem, já que o roteiro não dá chances de fazer algo mais relevante do que dar tiros e gritar ordens aos seus comandados. Entre os “novatos” da série, chamam a atenção a simpatia e beleza de Nathalie Emmanuel (cujo papel mais conhecido é o de Missandei, conselheira de Daenerys Targaryen na série “Game of Thrones”) e o astro tailandês de filmes de artes marciais Tony Jaa, que interpreta o capanga Kiet, e tem ótimos embates com Brian em duas cenas. O veterano Kurt Russell interpreta de forma semelhante a Bruce Willis nos dois filmes da série “Os Mercenários” e tem, pelo menos, um momento divertido ao lado de Vin Diesel e companhia. Outra novidade que “Velozes e Furiosos 7” traz é a volta de Lucas Black, protagonista da terceira parte, numa cena importante para Toretto.

Mas o melhor do filme não está em suas cenas incríveis de ação ou nas lutas corpo a corpo entre seus personagens. O que fica na memória do espectador é a belíssima homenagem que foi criada para o falecido Paul Walker, capaz de fazer chorar até mesmo aquele que se considera o mais durão de todos. Feita com muito cuidado e delicadeza, a sequência mostra que é realmente uma pena que uma pessoa tão jovem quanto Walker tenha partido tão cedo No fim, entre carros e explosões, o que realmente marca “Velozes e Furiosos 7” é a emocionante despedida de todos ao ator, que conseguiu marcar presença para todos os que adoram a turbinada franquia.

  • O filme foi mt bom as cenas de ação e tudo mais as pessoas reclamam que não tem roteiro mais filme de ação é porrada cara ngm quer saber mt de dialogo so o minimo pra cair na porrada, as pessoas não entendem q existe um publico q praticamente q ver um mma em grande estilo fantasioso e com muitos golpes de luta e explosões, o importante é o entretenimento correto ? filme ta la pra isso principalmente pra quem vai ver ação e o setimo filme de velozes e furiosos grante totalmente a sua diversão e satisfação em cenas de luta ele consegue ser uma versão melhorada de mercenarios, mercenario sim é uma franquia meio bosta q reune as estrelas dos filmes de ação mais o texto é mt fraco até mesmo para filme de ação agora velozes e furiosos consegue fazer uma bela balança não chega ser digno de um oscar mais é algo aceitavel e a homenagem no final simplesmente fechou com chave de ouro e rebateu qualquer critica negativa que o filme pudesse ter foi mt bonito mesmo a maioria no cinema chorou, e mts ficaram sentados olhando a tela refletindo a morte de um cara tão jovem e talentoso q infelizmente se foi, vale apena ver totalmente.

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