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Dados e fatos sobre a Estrela da Morte

Em 15 de dezembro chega aos cinema brasileiros “Rogue One: Uma História Star Wars”. Para quem ainda não sabe, trata-se do primeiro de uma série de spin offs da saga criada por George Lucas. Em “Rogue One”, vemos como se deu o roubo dos planos da Estrela da Morte, que permitiu aos rebeldes que descobrissem seu ponto fraco e a destruíssem em “Uma Nova Esperança”. Pelo que já deu para perceber nos trailers e comerciais, a arma mortal do império será a grande diva do filme. Então que tal sabermos de alguns dados sobre ela?

O projeto original da Estrela da Morte mede 120 quilômetros (aproximadamente 75 milhas) de diâmetro. Uma grande trincheira equatorial divide a superfície da estação em dois hemisférios. Esta vala é usada para abrigar muitos dos principais sistemas da Estrela da Morte. Há duas trincheiras suplementares em meio ao caminho entre o equador e cada um dos pólos que são usadas para manutenção e ventilação do reator secundário.

Existem milhares de plataformas de armas espalhadas por toda a superfície da Estrela da Morte. Nelas se incluem:

  • 10.000 baterias turbolaser
  • 2.500 canhões de laser
  • 2.500 ion canhões
  • feixe 768 tractorprojetores

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Mais de 1 milhão de pessoas eram necessárias para operar a Estrela da Morte e existia espaço ainda para mais de 1 bilhão de pessoas a bordo. Em qualquer dado momento existiam pelo menos 1.161.293 soldados imperiais na Estrela da Morte. O contingente padrão de pessoal compunha-se de:

  • 265.675 tripulantes da estação
  • 52.276 artilheiros
  • 607.360 tropas
  • 25.984 integrantes das tropas de assalto (stormtroopers)
  • 42.782 integrantes da equipe de apoio
  • 167.216 pilotos e tripulantes auxiliares

A estação também tinha:

  • 7.200 caças estelares
  • 4 cruzadores de ataque
  • 3.600 ônibus de assalto
  • 1.400 AT-ATs
  • 1.400 AT-STs
  • 1.860 espaçonaves para entrega de suprimentos
  • uma quantidade variável de dróides de apoio, reconhecimento e assalto

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As viagens de turismo na Estrela da Morte duravam 180 dias no mínimo – geralmente bem mais. A equipe freqüentemente estava nas profundezas do espaço sem tirar folga durantes meses de jornada e, para preservar o segredo da posição da Estrela da Morte, era estritamente proibido contatar família e amigos. Isso poderia dificultar bastante a vida na Estrela da Morte. Para tornar este fardo mais leve, a estação estava equipada com muitas amenidades civis. O setor geral de cada zona na Estrela da Morte tinha parques, shoppings e áreas de recreação incluindo restaurantes, cinema e academias de ginástica.

Após a batalha de Yavin, estima-se um número aproximado de cem mil pessoas mortas ou desaparecidas. Contudo, as estatísticas imperiais são diferentes. O Império alega que o número de mortos e desaparecidos ficou entre 800 mil e 1 milhão de pessoas. Imperias afirmam que o número foi propositalmente reduzido porque os rebeldes temiam perder adesão por causarem um número de mortes igual ou superior ao de Alderan.

A segunda e inacabada Estrela da Morte era maior e as falhas da primeira foram corrigidas (o que não impediu de ser destruída). Em vez de confiar em várias grandes portas de ventilação que levaram diretamente ao reator principal da estação. A Estrela da Morte II foi projetada com a rede de dutos de dispersão de calor. Este projeto tornou impossível para um projétil para atingir o reator através do sistema de ventilação. A estação também contou com um superlaser maior e mais poderoso, que era capaz de disparar com mais frequência e com mais precisão.

Estrela da Morte II foi projetada com:

  • 30.000 baterias turbolaser
  • 7.500 canhões de laser
  • 5.000 canhões de íon

Uma empresa britânica de energia resolveu encomendar um cálculo de quanto custaria uma estrela da morte na vida real. Seria US$7,7 octilhões. A Ovo Energy chamou Alexander Barnett, professor de matemática da Universidade de Dartmouth, e Stephen Skolnick, editor do “Physics Central”. Para o cálculo, eles levaram em conta uma equipe de 2,,06 milhões de funcionários, sendo quase 26 mil stormtroopers. A partir daí, pensaram em detalhes como alimentação de todo esse pessoal, iluminação, lavanderia e reciclagem de lixo.

Apenas para deixar as luzes acessas a Estrela da Morte custaria mais de US$ 50 bilhões por dia. Mas como os custos incluem o laser com capacidade de destruir planetas e a capacidade da estação de viajar no hiperspespaço. Veja todas as estimativas na imagem abaixo.

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Fontes: HowWorks e O Globo

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