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Festival Varilux: Xeque-Mate

Festival Varilux: Xeque-Mate | Filmes | Revista Ambrosia

Xeque-mate (Joueuse, no original em francês), filme em cartaz do Festival Varilux, conta a história de Hélène (Sandrine Bonnaire), uma empregada que tem uma imensa vontade de aprender a jogar xadrez. Ela trabalha em um hotel e na casa do Sr. Kröger (Kevin Kline), um homem grosseiro e misterioso. É para ele que Hélène pede para ensiná-la a arte do jogo que tanto a fascina.

A vida de Hélène não é fácil. Seu marido é um grosseirão machista, e a filha morre de vergonha de ser pobre. Reprimida por todas essas coisas à sua volta, ela começa a passar as noites em claro para aprender a jogar xadrez e mais tarde, tem aulas com o Sr. Kröger. Aos poucos ela vai pegando o jeito da coisa e vê tabuleiros e peças de xadrez em diversos momentos do seu cotidiano.

O Sr. Kröger começa a respeitar Hélène, e decide que ela está pronta para participar de um campeonato amador. A partir daí, desenrola-se o terceiro ato do filme, que em nenhum momento peca em clichês.

As regras do jogo de xadrez tornam-se regras de vida para a protagonista, em um excelente jogo de metáforas. A interpretação de Sandrine Bonnaire é impecável, mostrando o desenvolvimento da personagem ao longo da história e a conquista de sua auto-confiança. O resultado final é uma bela história de superação, com o charme do interior da França.

[xrr rating=3.5/5]

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Publicado por Thais Aux

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“Um Novo Despertar” boa metáfora, péssimo desenvolvimento