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Os 12 filmes distópicos mais conhecidos do cinema

Creio que todos já devem ter visto um filme distópico ao menos uma vez na vida e não saber exatamente que se tratava de um. Tais filmes tem como premissa uma sociedade distante da que vivemos, geralmente centralizada em problemas com governo, máquinas, natureza, religião e por aí vai.

Os filmes tendem a exagerar na temática para passar aos espectadores importantes lições (ou não) a serem aprendidas sobre o que quer que estejam falando. Muitos dos títulos que se encontram na lista aqui embaixo, se tornaram grandes referências mundiais e são constantemente usados e mencionados em redes sociais. Lembrando que os filmes listado tendem a se encaixar em mais de uma categoria, mas estão divididos naquelas mais pontuadas em cada um. 

Totalitarista – V de Vingança

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Nesse filme, V luta arduamente contra um governo fascista e totalitário do partido Fogo Nórdico, que impõe a sociedade suas visões limitadas e pune aqueles que agem contra ela, mandando-os para campos de concentração.

Menção honrosa: 1984

Corporativista – Clube da Luta

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Os personagens de Edward Norton e Brad Pitt montam clubes da luta que se espalham por todo o país e se unem para destruir edifícios onde grandes corporações funcionam, como empresas de cartões de crédito a fim de igualarem as classes sociais ao acabarem com seu limite de crédito e suas dívidas.

Menção honrosa: RoboCop (1987)

Tecnologico – Blade Runner

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Num mundo futurista, replicantes (robôs orgânicos) andam em meio a população sem serem diferenciados pela mesma. Quando ocorrem problemas e eles atacam a população, passam a ser banidos e caçados. O filme apresenta questões filosóficas onde os humanos, com tanta tecnologia se tornam mais robotizados, e os robôs, alheios aquilo tudo, se tornam mais humanos.

Menção honrosa: O Exterminador do Futuro 2 (1991)

Ambiental – Nausicaa do Vale do Vento

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A animação dos Studios Ghibli trata de um futuro onde a natureza se rebela contra o descaso da humanidade e toma conta do planeta, limitando seus recursos e espaço físico para habitação. Nausicaa tenta entender melhor esse novo ecossistema e em como ela pode desvendâ-lo e talvez, restaurar a paz entre os reinos.

Anárquica – Jogos Vorazes

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Após uma grande guerra, os EUA foram divididos em 12 distritos e, totalmente vigiados e controlados pelo novo governo, tentam se libertar dessas amarras e viverem de forma livre. Logo, uma organização surge provocando motins pelos distritos e dando início a uma nova guerra que pretende acabar com essa forma de governo.

Cybernética – Minority Report

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Ao deixarem o controle de crimes exclusivamente nas mãos de máquinas, mesmo que controladas por humanos especiais, os policiais se distanciam por completo de seu dever, pois deixam de usar a intuição e experiência exigidas para o cargo. Só quando o policial Anderton descobre que ele é o próximo alvo a cometer um crime, começa a questionar o controle das máquinas em relação as leis e que existe uma espécie de fraude envolvida.

Menção honrosa: Matrix

Cyberpunk – Akira

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Neo-Tóquio está devastada depois da Terceira Guerra Mundial e tem um contraste gritante entre o avanço tecnológico e a baixa qualidade de vida de seus habitantes. A animação discute a alienação dos jovens que cada vez mais possuem uma relação muito próxima as máquinas, como também argumenta a militarização do governo e essa constante necessidade no crescimento de pesquisas tecnológicas.

Menção honrosa: Ghost in the Shell

Pandêmica – Os 12 Macacos

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O presidiário James Cole, vivido por Bruce Willis, precisa voltar ao passado para descobrir como a humanidade foi dizimada por um vírus. Ao fazer essas viagens, Cole tenta convencer algumas pessoas de que está falando a verdade sobre o tal vírus, ao mesmo tempo que precisa lidar com outras consequências, outros eventos, assim como as reações envolvendo tal realidade.

Menção honrosa: Ensaio Sobre a Cegueira

Moral – Cisne Negro

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O filme de Aronofsky dialoga sobre a existência nua e crua de pessoas boas e más, quando na verdade, todos tem dentro de si os dois lados da moeda. Ninguém é totalmente bom ou mau, mas é necessário existir ambos para que haja um equilíbrio.

Menção honrosa: Beleza Americana

Religiosa – O Livro de Eli

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Num mundo pós-apocalíptico um homem, Eli (Denzel), protege um poderoso livro a todo custo, enquanto Carnegie procura se apossar do mesmo visando aumentar seu império. Um visão diferente do poder que existe na religião e como é possível usá-la para fazer o bem, ou apenas para manipular as pessoas. O filme é fraco, mas a reflexão permanece.

Criminosa – Laranja Mecânica

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Líder de uma pequena gangue, DeLarge (McDowell) é carismático, fã de Beethoven, mas um sociopata que também tem interesses em violência e estupro. Ele comete várias atrocidades com sua gangue e depois quando capturado passa a sofrer da mesma maneira que suas vítimas, numa alusão de que por conta disso, qualquer violência contra ele poderia ser justificada – basicamente uma lei de talião “olho por olho, dente por dente”.

Pós-Apocalíptica – Mad Max

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É o típico filme do gênero: não há ordem, o caos reina e mesmo as figuras de autoridade não se impõem perante os foras da lei. Existe apenas um oficial, vivido por Mel Gibson, que tem coragem de enfrentá-los e mostrar quem é que manda e claro, buscar vingança por algo terrível que foi feito contra alguém que ele ama.

Menção honrosa: O Planeta dos Macacos (1968)

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Publicado por Melissa Andrade

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