“Owen (Jonah Hill) é um jovem rico e esquizofrênico. Annie (Emma Stone) tem uma vida conturbada por sérios problemas familiares. Dois estranhos, eles se inscrevem numa bizarra experiência para compreender a mente humana, com o objetivo de terminar qualquer tipo de dor humana, misturando fantasia e realidade.”
Confira crítica da série Maniac no vídeocast Acabou de Acabar:
Ouça agora o álbum “Cor” de Paula Matos no Spotify!
Seja Padrinho do Acabou de Acabar e ganhe acesso ao nosso grupo exclusivo do Whatsapp!
https://bit.ly/2zmx1PY
Para contatos comerciais: acaboudeacabar@amazingpixel.com
Facebook https://goo.gl/6xjxQK
Twitter https://goo.gl/1TPr56
Instagram https://goo.gl/Yaxmbi
Roteiro e Apresentação:
Gabriel Gaspar
Edição:
Diego Piana
Maniac: crítica da série Netflix (sem spoiler)
“Owen (Jonah Hill) é um jovem rico e esquizofrênico. Annie (Emma Stone) tem uma vida conturbada por sérios problemas familiares. Dois estranhos, eles se inscrevem numa bizarra experiência para compreender a mente humana, com o objetivo de terminar qualquer tipo de dor humana, misturando fantasia e realidade.” Confira crítica da série Maniac no vídeocast Acabou…
Compartilhe
/
30 respostas para “Maniac: crítica da série Netflix (sem spoiler)”

Acho que seria "CyberPunk Retrô". Steampunk é vitoriano. Mas, essa estética me lembrou muito os filmes do Terry Gilliam

Adorei a crítica por me fazer pensar em outros aspectos que não tinha reparado antes, mas ainda assim não consegui gostar do universo da série. Me incomodou o futuro – que não é futuro – com aparência dos anos 80, principalmente o computador, todo pixelizado, arcaico demais para combinar com as aspirações futurísticas que o programa aspirava

Eu acho que o final é proposital para gerar na gente a impossibilidade de continuação . Ou seja uma das realidades que assistimos nos faz pensar que não tem como continuar, mas as varias possibilidades que o ambiente da série nos dá pode gerar continuações diversas causando assim a surpresa que não esperávamos. Agora com licença que vou tomar a pílula C .

Pra mim, a questão do arco-íris tem a ver com a estética dos anos 80, que tinha essa tendência de cores fortes, e até mesmo com o Arco-íris, a exemplo da Apple nos anos 80.

também gostei da série. Jhonah Hill muito bem, conhecia ele mais pelo humor, mas me surpreendeu pela profundidade da interpretação. senti um que de black mirror na série, principalmente nas questoes de propaganda e serviço de amigos contratados.

Adorei sua leitura sobre as cores.
Você percebeu o cubo mágico prata mais para o final?! O que acha disso?

Gaspar faltou você falar do ritmo da serie, eu assisti o primeiro episódio e já senti que era um ritmo meio arrastado








Deixe um comentário
Você precisa fazer o login para publicar um comentário.