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Por que se espanta? processo criativo e prática 05: “Prefácio pra histórias infantis”

Condição. Se. Estas histórias são como a realidade, e realidade deve ser passada como ela vem à cabeça, sendo repassada.

Tratando crianças como adultos, ou adultos como eles são, aqui – levando pelo criar, o campo de imagens necessário à imaginação –, em história infantis—-não–só—-pra–um——tipo.

Antigamente o que não tinha direito à fala eram os infantes, as crianças (poderes a quem não se espera, trato de igual para igual, pois não é só trazendo esperança no final das histórias). Agora, o poder infantil é explorado; na liberdade de ser pequeno, na falta de controle regulamento / horário / em/ movimento, na exploração do tempo de realização… mas, a quem digo isso, vocês, leitores – digo o que quer mesmo é ser natural, sem os horários determinados, ou longe do controle dos adultos que não estão prontos a entender –, podem estar em lugar noutro, igual e igual, para quem lê pra quem ou para quem somente lê ou somente escuta.

A brincadeira, o viver e saber não devem ter hora regulada, certo? Então, sejam o tempo de ser e sejam a realização, a aventura; sejam a vez integral. Tudo hoje em dia deve ser levado como fantasia – e não é mentira, é a mentira apenas uma fantasia agradável.

Nunca ter pressa, sempre prazer. O tempo todo brincando, cansando, se divertindo, sendo ser… Encontrem a si mesmos, senhoras e senhores quase adultos e adultos. Ter paciência e consideração com o outro, que tem outra história tão diferente da sua; relevância com o próximo e expectativa para com o seu ritmo, é como a solicitude, em outras palavras, cuidar do outro e fazê-lo encontrar-se consigo. Leiam com algo como “amor”

Praticidade, intuição, magia e encenação fazem parte do fantástico assumido como o natural… Algumas verdades descobertas! Sei que são rápidas e quebradas as narrativas. Leiam desinteressados, atentos quando lhes convir.

Atenciosamente

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Publicado por paulo vitor grossi