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Livro de contos de Lucas Daniel Tomáz de Aquino flerta com o cinema

Livro conta histórias paralelas e por viéses distintos

lampada diurna
lampada diurna

O autor de Lâmpada diurna (editora Penalux, 2020), Lucas Daniel Tomáz de Aquino, escreve um livro com vigor. Os contos, repletos de violência e distúrbios psicológicos parecem girar às vezes sob o mesmo eixo, como em um ato cinematográfico.

O tempo e o espaço são fragmentados aqui para criar a sensação de circularidade. São histórias curtas, às vezes de uma pagina só, por vezes contos de quase 20 páginas. Tudo para criar esta sensação.

Uma mulher com problemas emocionais severos que projeta no namorado os problemas de relacionamento dos pais. Pai e filho que em uma viagem à praia acabam se perdendo. Um casal que topam o empréstimo da namorada de um deles (primo do outro) e que acabam por reaver uma grande soma em dinheiro. Alguns homens que assassinam outro e vão beber cerveja. Um garoto que mata o outro enquanto a vítima está defecando.

Os contos formam um todo coeso tanto nos temas quanto à linguagem “oscilando entre um hiperrealismo literário e a artificialidade das HQ’s”, tudo com um giro de câmera de um diretor experiente que constroi cenas como bem quer. Nada mais contemporâneo para a literatura.

Livro: Lâmpada diurna
Autor: Lucas Daniel Tomáz de Aquino
Editora: Penalux
Review: Muito bom

Livro de contos de Lucas Daniel Tomáz de Aquino flerta com o cinema
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