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10 documentários que merecem sua atenção

Fim de ano está aí em cima, que tal umas dicas de bons documentários. Nem é preciso dizer o óbvio, mas estamos em um momento em que mergulhar no entretenimento e na cultura em casa é a melhor coisa a fazer.

Que tal uma lista de alguns documentários que saíram recentemente e que merecem uma conferida? Confira a seguir.

Spider-Man japonês (Supaidaman), de David Gelb, 2020

A primeira dica, não é de um documentário inteiro, mas um dos episódios da série documental do Disney +, Marvel 616 (dirigida, aliás, pelo mesmo autor do excelente documentário Jiro Dreams of Sushi), mas este capítulo de menos de uma hora é muito parecido com os da conhecida série da  Netflix.

O episódio revela um dos segredos mais bem guardados do cabeça de teias até agora no Oriente, o Homem-Aranha licenciado, mas tão diferente da versão que todos sabemos que está mais relacionado aos Power Rangers do que à ideia de Stan Lee. Um Peter Parker bem trash, com um carro, uma nave que se transforma em um robô gigante e muito, muito mais.

Eles não envelhecerão (hey Shall Not Grow Old), de Peter Jackson, 2018

É impressionante como esse documentário não gerou pelos arquivos gráficos restaurados e coloridos da Primeira Guerra Mundial. Peter Jackson, diretor de O Senhor dos Anéis é o responsável dessa obra deslumbrante.

A inovação técnica (houve alteração da velocidade dos frames e até sons rítmicos foram criados) e que, com o perdão de Spielberg e Mendes, é a versão mais envolvente que alguma vez verá do horror que a vida está no trincheiras. Está no Amazon Prime

Pelo poder de Grayskull (Randall Lobb e Robert McCallum, 2017)

Com melhor narrativa do que os demais episódios, esse que é dedicado ao He-Man em Os Brinquedos que marcam época traz mais pontos de interesse para quem, além de amar a figura de ação, também mantém um lugar especial para a série animada.

Um passeio pela nostalgia que você deve à sua criança interior.

O pintor e o ladrão (Benjamin Ree, 2020)

Podia ser uma história de Victor Hugo, mas é algo que aconteceu no mundo real. Duas das pinturas mais importantes em exposição são roubadas de um pintor naturalista tcheco, e a curiosidade o leva a procurar o cara que cometeu o crime.

O que encontra é aparentemente um criminoso comum, mas também uma alma tentando superar suas dores e vícios, alguém não tão longe de si e o que resta é ao mesmo tempo uma história sobre uma estranha amizade e um jogo psicológico mais surpreendente do que a maioria das produções de Hollywood.

Apollo 11 (Todd Douglas Miller, 2019)

Possivelmente a proposta mais conhecida da nossa lista, contando algo que já sabemos, ou seja, a decolagem bem-sucedida da famosa nave que chegou a Lua. No entanto, a Apollo 11 de Todd Miller tem algumas imagens (de arquivo, tiradas da NASA agora pela primeira vez em cinquenta anos) de tal valor estético e até sociológico que nos presenteia com cenas que ainda não tinham sido vistas.

Murder Death Koreatown (anônimo, 2020)

Embora Murder Death Koreatown seja em teoria uma autobiografia, o arquivo do IMDB deste filme não registra o nome de seu autor (um mistério ainda) e em nenhum momento sabemos como o seu protagonista é chamado.

Começamos com um assassinato em uma das áreas mais miseráveis de Los Angeles que assombra um vizinho, e daí vagamos em direção à loucura Lovecraftiana. Divertimento para alguém que sempre quis inovar no audiovisual ou na crítica social? Documentário ou ficção? Assistam e cheguem a uma conclusão.

Feels Good Man (Arthur Jones, 2020)

Temos aqui um pouco de Moby Dick, por lutar contra forças muito mais poderosas do que você, e mais uma pitada de Frankenstein, pelo criador que busca expressar seu mundo interior e acaba vendo sua criatura ganhar vida.

Feels Good Man é um documentário sobre Pepe the Frog, o símbolo da extrema direita irreverente nas redes sociais, e como seu autor, um cartunista que tenta reapropriar um personagem para representar o amor em vez do niilismo envenenado com os qual foi o associado. Um aviso que quando algo chega na internet, ninguém é dono de nada, nem de você nem da sua imagem.

Raptado à vista (Skye Borgman, 2017)

Sim, é um daqueles documentários que é melhor não sabermos nada do que vão te contar, assistam e deixem o diretor mostrar acontecimentos reais inacreditáveis ​​demais para acreditar.

A Riqueza de uma geração (Lauren Greenfield, 2018)

Quem diria que poderíamos achar engraçado e pena ao mesmo tempo daquele 1% mais rico? O diretor nos leva para as fortalezas egocêntricas dos mais repelentes ricos do planeta. No apresentando um disforme fruto do tardiocapitalismo e que tem comportamentos bem próximos da decadente leite do império romano, nos momentos finais de que seu sistema desapareceria.

American Factory (Julia Reichert e Steven Bognar, 2019)

Os diretores ganhadores do Oscar trazem as respostas para: Como você acha que os americanos se sentiram quando foram retirados do fundo do poço por uma empresa estrangeira?

O que você acha que os funcionários chineses vão pensar quando virem a pachorra e a baixa produtividade dos americanos? Todas as misérias do cenário do trabalho globalizado do século 21 em duas horas.

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