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Escolhida a roteirista de “Ghost in the Shell”

A Dreamworks escolheu Laeta Kalogridis para escrever o primeiro tratamento para um roteiro do filme baseado em “Ghost in the Shell”. O filme será filmado todo em 3-D e será produzido por Avi e Ari Arad e Steven Paul da Seaside Entertainment. Quem nos traz a notícia é o site Variety.

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Kalogridis é responsável pelo roteiro e produção executiva do novo filme de Martin Scorcese, Shutter Island. Porém, olhando na sua página do IMDB, descobri que ela está roteirizando Battle Angel Alita e escreveu e produziu diversos episódios do fracassado seriado Birds of Prey que era um spin-off de Batman, mostrando Gotham no futuro sem o Homem Morcego, sendo defendida por Helena Kyle, Dinah Lance e Barbara Gordon. Era ruim, só digo isso.

Ainda podemos tomar essa notícia como uma pré pré-produção porque Ghost in the Shell já vem sendo cotado para virar filme live action há anos e nunca saiu do papel. A pergunta que não quer calar é: será que este é mais um sinal do Apocalipse Nerd?

J.R. Dib

Opiniões

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  1. Será que isso sai hein? Pelo menos faz mais sentido do que o filme do Oldboy, ainda mais por ser em 3D. E com o Astroboy bem fiel que vai estrear (ou já estreou?), pode ser que esse Ghost In The Shell fique bom. Ah, acho válido colocar como tagline a frase: “o clássico que inspirou Matrix”, hahaha!

  2. Fico com o pé atrás desde já. O anime e os longas são sensacionais, mas acho um enredo complexo e extenso demais pra apertar em um filme de duas horas e pouquinho. Vide o que fizeram com o primeiro Ghost in the Shell, de 1995, que era uma compilação relâmpago dos mangás lançados e uma quase-introdução para o anime que viria em 2002.

    Esse apocalipse nerd tá que tá, ouvi por aí que Cowboy Bebop (sob a batuta do Keanu Reeves) e que um Akira live-action (projeto do Leonardo di Cpario) também podem pintar até 2011.

  3. Essa mania de tentar adaptar tudo tem de parar. Uma coisa que é perfeita em um formato não necessariamente ficará bom em outro. Você tentar adaptar um cenário, um ambiente ou um personagem é um coisa; agora um trama inteira, deveras complexa devo acrescentar, como Ghost in the Shell, é outra totalmente diferente. Eu sou da opinião que certas coisas são inadaptáveis. Watchmen, Ghost in the Shell, Cowboy Bebop… Eles são perfeitos nos universos de animação e quadrinhos, e só. A liberdade que este padrão dá a história é muito superior à um filme live-action, quando a obra é adptada para este formato, ela perde esta liberdade que a define. Torna-se limitada (vide o próprio Watchmen).

    Utilizar a trama e conceitos para criar algo novo em cima disso, eu concordo. Matrix tá aí para provar isso. Mas ficar tentando adaptar tudo não dá. Chega!

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