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25 anos de The Legend of Zelda

Há 25 anos atrás, no dia 21 de Fevereiro de 1986 era lançado no Japão “The Legend of Zelda” para o Famicon (aqui conhecido como Nintendo Entertainment System ou NES). Também desenvolvido por Shigeru Miyamoto, o jogo é sem dúvidas um dos marcos mais importantes para os vídeo-games modernos, criando coisas completamente únicas para época como a habilidade de se salvar o seu jogo e o primeiro grande “mundo aberto”, possibilitando que o jogador fizesse primeiro o que bem desejasse sem seguir uma ordem linear para salvar Hyrule.

Mesmo sem ser exatamente um RPG, Legend of Zelda e a sua seqüência (Zelda 2) são praticamente os fundadores deste gênero de games para consoles, pois muitas das convenções de jogabilidade típicas dos JRPG foram inventadas neles e se tornaram referências universais. Vale mencionar, ele também foi o primogênito no quesito Guias, Mapas e estratégias, sendo o principal game a incentivar a nascente indústria de revistas especializadas com esse tipo de informação.

A trilha sonora de Koji Kondo é grandiosa e possui algumas das principais melodias tocadas até hoje em qualquer demonstração de música gamer. Elas alcançam o feito de soarem épicas mesmo quando são tocadas em 8 bits e permanecem como clássicos eternos que são revividos a cada novo jogo da série.

Devo admitir, que apesar de ter sido um assíduo jogador de meu Nintendinho (meu primeiro vídeo-game), eu era pequeno demais para me interessar por um jogo tão complexo quanto Zelda. Mesmo hoje em dia eu nunca o finalizei, mas sei que quando o jogo acaba Link é enviado para uma segunda missão de resgate quase tão grande quanto a primeira, fazendo deste título um dos mais longo já lançados para os consoles de 8 bits.

No meu caso, me apaixonei realmente pela série em sua versão para Super Nintendo, A Link to the Past, jogo para o qual eu reservo belas memórias de minha infância. Sentimento que só cresceu quando pude jogar a obra-prima dos games: Ocarina of Time. Dito isso, não quero diminuir as demais aparições de Link, e posso afirmar com certeza que todos os jogos da série estão realmente entre os melhores do console para qual eles foram lançados.

Atualmente, a Nintendo só desenvolve realmente duas franquias (as demais ficam nas mãos de second ou third parties) Mario e Zelda, e por mais que eu ame o gameplay fantástico do encanador bigodudo, são as narrativas contidas em Zelda que me trazem os melhores momentos enquanto estou jogando.

E para finalizar, as letras do tema principal cantadas por BrentalFloss na pele do Old Man (It’s dangerous to go alone! Take this!)…

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