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FLIP 09: Programação 03/07

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10h30 Mesa Acordo Ortográfico em questão
O angolano Ondjaki, autor de Bom dia, camaradas, e o brasileiro Marcelino Freire, autor de Balé ralé, trocam impressões a respeito do Acordo Ortográfico que entrou em vigência este ano e pretende uniformizar a ortografia de oito países falantes do português. Na mediação, o escritor Marcelo Moutinho, organizador do Dicionário amoroso da língua portuguesa. Local: Casa da Cultura

13h30 Oficina Literária
Local: Casa da Cultura

22h Show de Francis Hime e Olivia Hime: Homenagem a Manuel Bandeira
“Sim, gosto de ser musicado, traduzido e… fotografado”, afirmou certa vez Manuel Bandeira. Inspirados pela declaração, Olivia Hime e Francis Hime apresentam, na FLIP, um repertório em homenagem ao poeta, com músicas criadas por Tom Jobim, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Dorival Caymmi, Francis Hime, entre outros, a partir de poemas de Manuel Bandeira. Local: Tenda dos Autores

15h30 Mesa Indústria do Cinema
Pedro Buarque de Holanda, da Conspiração Filmes, e Rita Buzzar, roteirista e produtora dos longas Olga e Budapeste, discutem a indústria do cinema e as políticas de patrocínio à produção audiovisual. Mediador: Guilherme Fiuza. Local: Casa da Cultura

17h30 Curta O poeta do Castelo e pré-estreia Só 10% é mentira
O poeta do Castelo (1959, 9 min), de Joaquim Pedro de Andrade, acompanha Manuel Bandeira em uma manhã da década de 1950, no Rio de Janeiro. Bandeira toma café da manhã, datilografa em sua cama e anda pelas ruas do bairro do Castelo. O curta será exibido no início de cada filme da programação. No documentário “Só 10% é mentira” (2008, 78 min.), o diretor Pedro Cezar faz um registro lírico do poeta Manoel de Barros, com imagens que representam o universo do autor. Local: Casa da Cultura

21h Mesa Cineclube Paraty / FLIP – Casa da Cultura: Cinema fora de ordem
Atiq Rahimi (diretor e roteirista de Terra e cinzas, exibido em Cannes), Alekei Abib (co-roteirista de Via Lactea), Maria Camargo (roteirista do programa Por toda minha vida, da TV Globo) e Newton Cannito (roteirista de Quanto vale ou é por quilo, de Sergio Bianchi) discutem a produção de roteiros que recusam fórmulas. Local: Casa da Cultura

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Publicação Salvador Camino