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Place hackers e fascínio pelo registro proibido

O velho testamento abre com Deus criando o universo e logo depois instituindo uma série de proibições que, como qualquer um sabe, continuam sendo sistematicamente quebradas pelos descendentes do matreiro Adão. Mas como também o velho onisciente facilitou ao permitir as penitencias e  até mesmo criou o purgatório, as pessoas aprenderam que com jeitinho tudo se pode.
Trezentos e sessenta graus daí surgem agora os “place hackers“, aventureiros do proibido que registram com fotografias espaços abandonado ou fora dos limites da legalidade – como construções, sítios militares e instalações abandonadas. Ainda assim Bradley Garrett, eminente place hacker que recentemente lançou o livro fotográfico “Explore Everything – Place Hacking the City”, existe um código de ética entre os praticantes da onda de não intervenção ou vandalizarão, apenas é válido o registro multimídia.
Mesmo que soe um tanto cínico restringir um movimento a determinadas regras quando ele existe pela ruptura de leis, os place hackers são outro interessante movimento da busca pela expressão artística neste momento onde a produção e consumo cultural são cada vez mais significativos.
Abaixo algumas fotografias incríveis diretamente do livro de Bradley Garrett.
Place Hacking Chicago
Place Hacking Chicago
Place Hacking Escócia
Place Hacking Londres
Place Hacking California
Place Hacking Paris
Place Hacking Londres
Place Hacking Londres
Place Hacking Londres

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