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Bow Down to Metallica!!!

[Roger Lourenço é o autor convidado deste artigo]

Caros leitores do Ambrosia, venho hoje aqui pra trazer um review que me deixou muito feliz, do novo álbum no Metallica, Death Magnetic, e antes de tudo vou agradecer ao tiozinho francês que começou a vender os álbuns antes da data programada para o lançamento mundial, aí não teve jeito, caiu na net. .

Depois de anos e anos de expectativa sobre o aconteceria com o Metallica após o último álbum (St. Anger) que não foi completamente aceito pelo público, alias maioria dos fãs de Metallica acham ele um lixo, eu até particularmente acho interessante (interessante hein, não bom!).

Dia 12 de Setembro agora, é o dia do lançamento mundial (oficial) do mais novo álbum do Metallica e o marketing que esta sendo realizado em cima desse álbum é feroz, o Metallica que sempre foi contra essa coisa de ficar de disponibilizando coisas na internet, dessa vez agiu completamente ao contrario.

Foi criado o Misssion Metallica, onde era disponibilizado para os fãs todo dia, cenas das gravações do álbum, shows completos, fotos de estúdio, todo o processo tanto que após o álbum estar pronto, eles começaram a disponibilizar músicas completas e recentemente o clipe da That Day The Never Comes, isso só fez com que nós, fãs, ficássemos mais apreensivos com o resultado final de todo o empenho que tiveram em fazer o álbum que eles mesmos consideram um dos melhores (todos dizem isso né?!).

Mas vamos parar de contar historinha, vamos ao que interessa: ah!, e não vou ficar escrevendo aqueles reviews cheio de metáforas que um bando de revista especializada escreve que você não entende bulhufas do que o cara esta falando… 

Metallica – Death Magnetic

O Álbum começa já mostrando o que Metallica pode fazer, pancada, a That Was Just Your Life, primeira música do álbum poderia com certeza estar no primeiro álbum da banda, a música é um thrash metal clássico, agressivo e rápido. Riffs que marcam a música perfeitamente James Hetfield com sua boa técnica nas cordas sempre somando à guitarra de Kirk. Na primeira música já se perde aquela desconfiança que alguns fãs tinham sobre esse novo álbum, você pensa, O bixo vai pegar!!! E pensa corretamente, porque o ritmo não diminui na segunda música, The End of the Line, já começa com força total, do mesmo jeito que a primeira terminou.

Olha fazia tempo que não escutava um álbum que começava tão bem, alias aconselho que quando estiverem escutando o disco, não fiquem com nada da mão, porque com certeza vai querer ficar tocando uma bateria imaginária, o som é contagiante, clássico gente, clássico.

Terceira faixa é a Broken, Beat & Scarred, muito boa também, ritmo ainda continua acelerado, aqui temos que ovacionar Mr. Lars Ulrich e Mr. Kirk Hammet, um com a bateria destruidora e o outro com mais um solo digno de Metallica. Depois temos The Day That Never Comes, que foi a primeira música que o Metallica disponibilizou para os fãs degustarem. Olha quando comecei a escutar a música, sinceramente, não tive uma impressão muito boa, ela começa num ritmo mais sossegado, não que seja ruim ta, mas ficou aquela impressão de, hmmm já escutei essa música ou no Load ou no Reload, maaaaaaas, olha, a partir do momento 3:48 a coisa muda de figura, essa música me impressionou, a partir daí a música só tende a crescer, méritos especiais a Kirk Hammet e lógico a James Hetfield.

Interessante que até agora não comentei nada sobre o Mr. Trujillo, olha eu acho sinceramente, que se não tivesse a presença desse cara, esse álbum nunca seria bom como esta sendo, se ele não estivesse no Metallica, todas as músicas você vê a levada e a energia que ele sempre teve em suas bandas (Suicidal Tendencies, Black Label Society, Anthax), alias foi nessa música que percebi que apenas ela já destrona o St. Anger inteiro.

All Nightmare Long é a próxima música, o que mais gostei dessa música foi o vocal de James, achei digno de Black Álbum, das levadas mais pesadas daquele disco. Agora em seguida tem a Cyanide, olha vou ser sincero, pra mim, é a música que mais gosto de ficar escutando do álbum, não to falando que é a mais foda, mas é aquela música que você gosta de deixar no REPEAT e ficar cantando junto, a letra é muito massa, tem um refrão marcado com um riff difícil de sair da cabeça (“Suicide, I’ve already died, You’re just the funeral I’ve been waiting for Cyanide, living dead inside, Break this empty shell forevermore”). Eu gosto de pensar que, no total, essa música junto com a The Judas Kiss dão a Death Magnetic cara de sucesso.

Depois temos a The Unforgiven III que pelo nome da medo já, pô tenha dó, mesmo nome de novoo?! Olha ela passa ilesa viu, muito boa a música, não vou falar que é a melhor das três (?), mas com certeza é um puta música, dá gosto de ficar escutando. Agora o ponto máximo do álbum pra mim, The Judas Kiss, prepare pra ter sua banda completa imaginária ao seu lado, pra escutar essa música, é a cara do disco, baixo de Trujillo bem marcado em toda a música, bateria de Lars sempre perfeita, James muito foda tanto no vocal e na guitarra dando o ritmo pra música e lógico Mr. Kirk destruindo em sua guitarra, como não poderia deixar de ser, fazendo um dos seus melhores solos de todos os tempos.

Clássica a música. Suicide & Redemption é a próxima boa novidade, Metallica sempre fez músicas instrumentais com maestria, com a Suicide não poderia deixar de ser diferente, uma das melhores instrumentais que já fizeram, me jogou lá pra época de …And Justice for All. Trujillo parece que faz parte do Metallica desde seu início, o cara mostra novamente que veio somar e muito para a banda, fez parecer que tinha um vazio entre Cliff e ele.(até gosto do Jason, mas me desculpe, Trujillo Rulez!).

Como não poderia deixar de ser, o Death Magnetic fecha com chave de ouro, outro Thrash Metal pra marcar, My Apocalypse, essa música foi a segunda que escutei, na hora me fez pensar em …And Justice for All, puta música, rápido, pedais duplos, vocal arrastado, fenomenal e com essa música de 5 minutos (a mais curta do álbum) o Metallica encerra um dos seus melhores álbuns com certeza. Metallica em sua melhor forma só que agora mais experiente, e destruindo, sim, destruindo como sempre gostamos de ver…

Espero que tenham gostado do review do disco, sei que foi levado pela emoção, por ser um fã incondicional de Metallica, mas tentei passar o que vi no álbum.

Abraço a todos,

Roger Lourenço

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Publicado por Autores Convidados

Artigos por autores e colaboradores convidados, ou em conjunto, pela revista digital Ambrosia.com.br